Clockwork Comunicação

Twitter

O que é o clipping?

blog Pausa Dramática

Feiras de Páscoa na Osório e Santos Andrade a partir de sábado

18 de mar. de 2010

Feira comercializará chocolates artesanais e presentes

Neste sábado (20), começarão a funcionar as feiras especiais de Páscoa da Prefeitura de Curitiba nas praças Santos Andrade e Osório, no Centro. Os consumidores que passarem pelos dois endereços encontrarão boa variedade de produtos alusivos à época com preços atraentes.


A feira da praça Osório ficará aberta de segunda-feira a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos, das 14h às 20h, até 4 de abril. A feira da praça Santos Andrade funcionará de segunda-feira a sábado, das 10h às 20h, até 3 de abril.


A feira da Osório é a maior, com 57 barracas. Delas, 32 oferecem artesanato e alimentos típicos da época, como ovos, coelhos e barras de chocolates, cestas e elementos para decoração.

Na Osório, o consumidor também poderá comprar produtos alusivos ao turismo, como camisetas e bolsas estampadas com imagens dos principais atrativos de Curitiba. Duas outras barracas são dedicadas às oficinas: os artesãos produzem, na hora, bijuterias e peças em madeira.

Por fim, os visitantes poderão saborear os alimentos na praça de alimentação, que terá 22 barracas com pratos brasileiros e de várias etnias que colonizaram o Paraná.

Na feira da praça Santos Andrade, serão 20 barracas, quatro delas de lanches e refeições rápidos e o restante de produtos típicos da Páscoa.

Todos os produtos expostos e vendidos nas feiras passaram pela avaliação de uma comissão formada por representantes da Fundação Cultural de Curitiba, da Feira de Artesanato do Largo da Ordem, da Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança (Anav) e do Centro de Criatividade de Curitiba.

Para ser selecionado, o produto precisa ter características artesanais, artísticas, culturais e obedecer o tema proposto. Em seguida, são avaliados criatividade, acabamento, execução, funcionalidade, higiene, apresentação e estética.

Serviço:

Feira de Páscoa
Praça Osório
De segunda-feira a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos, das 14h às 20h
Até 4 de abril

Praça Santos Andrade
De segunda-feira a sábado, das 10h às 20h
Até 3 de abril

Do Jornale

Brinquedos vivem crise existencial em 'Toy story 3'

17 de mar. de 2010

Primeiras cenas do longa foram exibidas em convenção em Las Vegas. Na história, Andy vai à faculdade e deixa os bonecos para trás.

Acabou a brincadeira para o caubói Woody, o astronauta Buzz Lightyear e seus amigos. "Toy story 3", exibido para um grupo seleto de donos de salas de cinema nos Estados Unidos, coloca uma nova questão para a turminha que, em 1995, levou a animação por computador para as telas de cinema do mundo: existe vida para um brinquedo depois que as crianças crescem?


"Vamos lá, vamos ver quanto a gente está valendo no eBay", lamenta um porco-cofrinho em um diálogo com os outros brinquedos enquanto Andy, seu dono, se prepara para ir à faculdade e deixá-los para trás.

Ainda que o filme não esteja finalizado, com muitas das cenas ainda em estado bruto, a sessão permitiu espiar um dos lançamentos mais aguardados do próximo versão norte-americano.

"As crianças mais novas que viram 'Toy story' e 'Toy story 2' quando saíram estão indo agora para a faculdade. Esse é o lugar onde está Andy, portanto é muito estranho e nostálgico para essas pessoas ver esse personagem, que é parte das suas infâncias, crescendo e enfrentando os mesmos desafios que eles", disse o diretor de "Toy story 3", Lee Unkrich, que trabalhou como motandor no primeiro filme e como codiretor no segundo.

O diretor de 'Toy story 3', Lee Unkrich (Foto: Matt Sayles/AP)

"Para qualquer um que tenha tido uma transição na vida - a ida à faculdade, pais mandando os filhos à faculdade, as pessoas deixando a faculdade e enfrentando o primeiro emprego. Essas são grandes transições. Nossos personagens, às suas maneiras, estão lidando com transições semelhantes", disse Unkrich em entrevista após a sessão.

Para os brinquedos favoritos de Andy, Woody e Buzz (dublados novamente por Tom Hanks e Tim Allen), a transição periga acabar com sua longa amizade. Em determinado momento, os dois discutem o que seria melhor para o seu futuro sentados à escada. Seus valores diminuíram ao longo dos anos, alguns de seus colegas foram jogados fora, doados ou vendidos em liquidações de garagem. Os brinquedos enfrentam sua própria mortalidade - o momento em que se perguntam: qual é o motivo de existir sem uma criança para brincar com eles.

Ursinho de pelúcia ditador

Previsto para estrear em 18 de junho, "Toy story 3" traz também vozes de atores como Joan Cusack, Don Rickles e Wallace Shawn. Entre os novos astros estão Whoopi Goldberg, Ned Beatty, Timothy Dalton e Michael Keaton.

As novas aventuras dos brinquedos os levam a um novo paraíso, uma creche infantil com um estoque inesgotável de crianças. Mas lá eles encontram um regime rígido imposto por um ursinho de pelúcia que decreta quais brinquedos irão acabar nas mãos das crianças mais boazinhas e quais ficarão com os pestinhas.

"Toy story 3" é o 11º longa-metragem do estúdio Pixar, da Disney, que recentemente venceu o Oscar de animação por "Up - Altas aventuras" - o estúdio venceu cinco dos nove Oscars de longas de animação desde a criação da categoria (os outros vencedores são "Procurando Nemo", "Os incríveis", "Ratatouille" e "Wall-E").

A produtora Darla K. Anderson ao lado de boneco de Buzz Lightyear (Foto: Matt Sayles/AP)

Alicerces da Pixar

Os profissionais da Pixar já sabiam desde 1999 que "Toy story 2" teria uma outra sequência. "Não fazemos continuações só por fazer, mas nesse caso, nós realmente amamos esses personagens e seu mundo", disse Unkrich. "Eles são o alicerce da nossa companhia. Pensamos neles como pessoas, não como personagens de desenhos animados. Portanto, queríamos muito visitar esse mundo outra vez. Mas não o faríamos se não tivéssemos algo grande."

A equipe criativa da Pixar se juntou em um retiro de dois dias no mesmo local onde bolaram a história original de "Toy story". Eles estavam pensando em uma ideia para "Toy story 3" havia anos, mas logo perceberam que ela não se sustentaria em um longa-metragem.

O primeiro dia se passou e nenhuma ideia nova apareceu. Então decidiram assistir a "Toy story" e "Toy Story 2" outra vez. "Não os víamos há anos. Então nos reunimos em torno de um laptop. Nem tínhamos uma TV", lembrou Unkrich. "Assistimos aos filmes e nos divertimos muito, muito mesmo. E quando eles acabaram, estávamos deprimidos, porque pensamos, como podemos fazer um novo filme à altura desses dois?"

"Estávamos deprimidos por um momento, mas então pensamos. Bem, nós fizemos esses filmes, então se alguém vai continuá-los, teremos de ser nós. Então nos encontramos no dia seguinte e, por sorte, os embriões de ideias apareceram."

A franquia se sustenta na premissa simples e esperta que a Pixar inventou no primeiro filme: que brinquedos ganham vida quando as pessoas não estão por perto.

A produtora de "Toy story 3" Darla K. Anderson ainda brincou com isso, sugerindo que os filmes da franquia beiram o documentário. "Penso que é um fato que brinquedos ganham vida. Não acredito que estejamos colocando isso em dúvida", disse. "Quando eu tinha 4 anos de idiade, acreditava que meus brinquedos estavam ligados a mim de um modo vivo."

Do G1

Exposição de cinema paranaense

Entre os dias 19 de março e 30 de abril, o Centro Europeu de Curitiba, em parceria com o Museu da Imagem e do Som, órgão da Secretaria de Estado da Cultura, promove a exposição Cinema Paranaense no Século XXI, uma mostra que reúne 26 cartazes e traça um panorama do crescimento e do sucesso do cinema paranaense neste início de século.


A mostra, que já esteve exposta na cidade da Lapa, contou com a curadoria de Sandra Faria e Tiomkim e exibe cartazes de obras produzidas pelos cineastas Geraldo Pioli, Beto Carminatti, Estevan Silvera, Nivaldo Lopes, Paulo Munhoz, Arnoldo e Paulo Friebe, Paulo Betti, Clóvis Bueno, Heloisa Passos, Marina Willer, Fernando Kinas, Marcos Jorge, Josina Melo, Guto Pasko, Tulio Viaro, Moacir David, Pedro Merege, Tiomkim, Marcos Sabóia, Joba Tridente, Eloi Pires Ferreira, Fernando Severo e Gil Baroni.

Para a fotógrafa Charly Techio, coordenadora do Curso de Fotografia do Centro Europeu e uma das organizadoras do evento, além de contar um pouco da rica história da produção cinematográfica no Estado, a mostra consegue apresentar, de uma maneira um pouco mais clara, o “casamento” entre a fotografia e o cinema. “O cinema é a fotografia em movimento e os cartazes selecionados para a mostra Cinema Paranaense no Século XXI conseguem retratar, em poucos detalhes, a história que será exibida”, conta.

A abertura oficial da exposição Cinema Paranaense no Século XXI vai acontecer na próxima sexta-feira, dia 19 de março, no Espaço Centro Europeu (Rua Brigadeiro Franco, nº 1700) a partir das 18h30. A entrada para a mostra é gratuita e os trabalhos poderão ser visitados de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e nos sábados, das 8h às 17h. Mais informações no site.

Serviço:

Local: Espaço Centro Europeu (Rua Brigadeiro Franco, nº 1700)

Data: De 19 de março a 30 de abril

Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e sábado, das 8h às 17h

Informações: http://www.centroeuropeu.com.br/
 
Do CCPR

Uma roleta-russa. De gente!

16 de mar. de 2010

O site Chatroulette põe você em contato com estranhos, por vídeo. Quem não agrada na hora é descartado

RAFAEL PEREIRA

É a mais nova febre da internet: encontrar desconhecidos. Quer experimentar? Digite http://www.chatroulette.com/ e boa sorte. Eu poderia dizer que o Chatroulette, nova febre da internet, é um site que transforma seu computador em uma janela para a vida de estranhos espalhados pelo mundo, uma forma mágica de conhecer gente nova. Não estaria mentindo.
 

ESTRANHOS
Um usuário acessa o Chatroulette, na França. O site tem 35 mil pessoas conectadas a cada momento

O Chatroulette é um site de bate-papo com câmera. Exibe duas telas de vídeo do lado esquerdo de seu monitor (com sua imagem e a do outro) e um espaço para teclar à direita. À primeira vista, se parece com o Skype, um dos programas de computador mais usados no mundo para conversar com vídeo pela internet.

A diferença fundamental é que você não controla quem vem falar com você. Como o próprio nome diz (“chat” = bate-papo; “roulette” = roleta), os encontros são arranjados de forma aleatória, como a bolinha pulando solta em uma roleta de cassino. Você não tem o menor controle sobre quem verá a sua frente. De vez em quando vai esbarrar com algum pervertido, exibindo a genitália ou se masturbando diante de sua imagem no vídeo. Num caso desses – ou em qualquer caso, se você não gostar do que vê –, basta apertar o botão “Next” (“Próximo”) e esperar por um novo estranho. O mesmo vale do outro lado. Se a pessoa não gostou do que viu, aperta o botão e... você é desligado. Apenas isso, simples, sem nenhuma função complicada de usar. Não precisa nem se cadastrar – não há nenhum lugar para colocar seu nome. O anonimato faz parte da brincadeira.

O site foi criado por um adolescente russo chamado Andrey Ternovskiy, de 17 anos, que adorava bater papo pelo computador, mas estava cheio de ter de conversar sempre com as mesmas pessoas. Entrou no ar em novembro do ano passado e, em um mês, pulou de 500 para 50 mil usuários. Segundo estimativas do próprio criador, hoje há mais de 1,5 milhão de pessoas acessando o Chatroulette todos os dias, a maioria nos Estados Unidos. Seriam 35 mil pessoas conectadas a cada momento no site.

A definição mais fiel à realidade das pessoas que acessam o bate-papo é a cunhada pelo produtor de vídeos americano Casey Neistat, recém-contratado do canal de TV HBO, em um minidocumentário que fez sobre a ferramenta. “O público do Chatroulette pode ser definido em três categorias: moças, rapazes e pervertidos”, afirmou. A maioria esmagadora dos usuários é do sexo masculino. Desse total, uma boa parcela se enquadraria na categoria “pervertidos”. Simplesmente aparecem no vídeo se masturbando, ou mostrando com orgulho seus órgãos reprodutores. Uma pequena parcela é de mulheres. O jornal The New York Times chamou o site de “mundo surreal”. O programa matinalGood morning America, da rede de TV americana ABC, alertou as famílias para nunca deixar seus filhos menores de idade participar. O site é classificado como perigoso pela Oxbridge Researchers, uma assessoria de pesquisa acadêmica britânica. “Os frequentadores regulares são principalmente tarados e crianças”, diz a pesquisadora Hala Khalek, da Oxbridge.

Os tarados, porém, não são suficientes para explicar o sucesso do site. Há algo a mais. Seria a chance de conversar livremente com desconhecidos? A curiosidade sobre outras culturas? O estímulo de ver, e paquerar, tanta gente dentro de sua sala? Para investigar o site, fizemos uma experiência. Com um laptop e uma conexão de internet, comparei meu desempenho com o de dois modelos, um homem e uma mulher. Cada um de nós ficou 15 minutos na frente do computador, com a câmera ligada, conversando com os usuários do Chatroulette. Era a primeira experiência de nós três com o site. E permitiu algumas conclusões. De cada dez pessoas do outro lado do vídeo, seis eram homens e uma era mulher. As outras três, também homens, demonstravam claras intenções sexuais. O fato de homens serem preponderantes fez com que minha experiência e a de Leonardo Brandão, de 28 anos, o modelo masculino, fossem bem parecidas. Na maioria das vezes, os homens da roleta queriam falar com mulheres. Identificar outro homem é motivo de sobra para, em menos de um segundo, acionar o botão (compare nosso nível de rejeição no quadro no fim da reportagem) . O botão “Next”, que passa você adiante, é às vezes acionado tão rápido que dá a impressão de que eles só viram um flash de sua imagem para dar o veredicto.

Da revista Época

Curitiba participa da Hora do Planeta deste ano

15 de mar. de 2010


Curitiba aderiu oficialmente ao movimento Hora do Planeta 2010. No dia 27 de março, doze monumentos da cidade terão suas luzes apagadas por uma hora, das 20h30 às 21h30. O movimento é um ato simbólico de combate ao aquecimento global promovido globalmente pela Rede WWF desde 2007 e acontece pela segunda vez no Brasil.


A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e a prefeitura de Curitiba são as apoiadoras da campanha na capital paranaense. A prefeitura vai apagar as luzes da Estufa do Jardim Botânico, Teatro do Paiol, Fachada do Paço da Liberdade, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Torre Panorâmica, Monumento de Bambu na Linha Verde, Fonte da Praça Santos Andrade, Fonte da Praça Generoso Marques, Portal de Santa Felicidade, Pista de Atletismo da Praça Osvaldo Cruz e Cancha Polivalente da Praça Ouvidor Pardinho. "É uma campanha alinhada aos objetivos da Prefeitura de focar sempre no desenvolvimento sustentável", diz o prefeito de Curitiba, Beto Richa.

A Fundação O Boticário é responsável por mobilizar a população da cidade, incluindo organizações, empresas e pessoas, para aderirem ao movimento e também multiplicarem a ideia.

No Ano Internacional da Biodiversidade, o objetivo da Hora do Planeta no Brasil é conscientizar a sociedade sobre a importância da conservação e recuperação das matas, florestas e recursos hídricos nacionais como forma de proteção contra as mudanças climáticas, bem como para reduzir emissões de gases do efeito estufa causadas pelo desmatamento.

De acordo com a WWF, no último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão das Nações Unidas responsável por produzir informações científicas) os cientistas afirmaram que há 90% de certeza de que o aumento de temperatura na Terra está sendo causado pelo ser humano.

"O apagar das luzes é um ato simbólico, mas muito representativo. Mostra o poder de mobilização da sociedade em prol de uma causa. É uma oportunidade para mostrar aos nossos atuais e futuros governantes, neste ano eleitoral, que nós cidadãos consideramos a conservação da natureza uma questão prioritária e que ela deve ser levada em consideração em todos os planos de governos", diz a diretora executiva da Fundação O Boticário, Malu Nunes.

MUNDO

A Hora do Planeta 2010 pretende contar com a adesão de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Em 2009, milhões de brasileiros em 113 cidades apagaram suas luzes e mostraram sua preocupação com o aquecimento global. Em Curitiba, 125 mil pessoas foram envolvidas diretamente no movimento por meio da mobilização da Fundação O Boticário.

"A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para combater os efeitos das mudanças climáticas", acrescenta Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. Qualquer pessoa pode aderir ao movimento. Basta apagar as luzes no dia e hora da ação e se cadastrar no site do movimento (www.horadoplaneta.org.br).

A CAMPANHA

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.

WWF-BRASIL

É uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Fonte: Diário Popular

Maravilhas e maravilhas bizarras da cidade

12 de mar. de 2010

Em 2007 um site curitibano realizou uma votação para escolher as 7 maravilhas bizarras da cidade. Entre muitos concorrentes de peso, venceu a Estátua da Liberdade da Havan, seguido pela igreja batista em eterna construção na Av. Batel.


A escolha dos monumentos curitibanos faz parte de uma brincadeira virtual para divulgar o site e acabou ganhando grande repercussão na internet. “Foi engraçado. Acabou tomando uma dimensão que não esperávamos”, conta o jornalista Rodrigo Apolloni, um dos idealizadores do concurso.

Ao contrário da votação mundial que durou várias semanas e contou com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas, a eleição das sete maravilhas bizarras de Curitiba aconteceu em apenas uma semana e teve somente 70 votantes. O primeiro lugar ficou com a réplica da Estátua da Liberdade da loja Havan, no bairro Prado Velho. Em seguida estão a Fonte da Memória, localizada no Largo da Ordem, e a Primeira Igreja Batista de Curitiba, que continua em construção na Avenida Batel. Os outros quatro eleitos são o Rio Belém; a cracolândia dos arredores da Praça Tiradentes; a vida “trash” noturna da Rua Cruz Machado; e o mural pintado na fachada da prefeitura.

Apolloni conta que a idéia do concurso surgiu em um bate-papo durante o intervalo de trabalho. A lista de indicados ao “título” foi montada na mesma hora. “Bizarro não quer dizer tosco ou feio. O dicionário traz o significado de algo extravagante. Quem votou fez a associação que quis”, justifica o jornalista.

A campeã da extravagância, a estátua da Havan, fez a professora aposentada Maria Auxiliadora Pimenta pensar no sentido do monumento. “Não tem nada a ver com o Brasil. É copiado”, critica. A assessoria da rede catarinense de lojas explica que a estátua foi colocada em algumas unidades como estratégia de marketing para chamar a atenção das pessoas.

Já a cabeça de cavalo da Fonte da Memória que jorra água pela boca divide opiniões. “É estranho”, afirma a cuidadora de idosos Lenir Pereira da Silva. “Acho interessante. É muito importante porque não nos deixa esquecer de onde nós viemos”, diz o economista André Florecki. O monumento do artista curitibano Ricardo Tod, morto em um acidente rodoviário em 2005, foi colocado em frente à Igreja do Rosário em 1995, na gestão de Rafael Greca, para resgatar a história dos colonos que levavam seus cavalos para beber água na região. “Prefiro não entrar no mérito do julgamento, já que assim são os grandes artistas: conseguem irritar a mediocridade até depois de mortos. Ricardo Tod morreu como artista da galeria Louvre, em Paris”, dispara Greca.

Há 24 anos em construção, a Primeira Igreja Batista de Curitiba também não deixa de chamar a atenção pelo seu tamanho. O projeto, iniciado em 1983, será concluído com 27 mil metros quadrados, mas ainda não há previsão para o término das obras. O pastor Paschoal Piragine Júnior, presidente da igreja, explica que a obra tem sido feita de acordo com as doações dos fiéis e ressalta que o local também abriga diversas ações, como curso pré-vestibular e núcleo de emprego.

Agora é a vez dos internautas escolherem as 7 maravilhas da cidade representadas em fotos. Em comemoração aos 317 anos da capital, a Gazeta do Povo está realizando a eleição das 7 Mara-vilhas de Curitiba. A partir desta segunda-feira, o público poderá votar pela in ternet em um dos 20 retratos da cidade feitos pelos fotógrafos do jornal. As sete imagens mais votadas vão virar uma coleção de postais, que circulará no jornal entre os dias 29 de março e 4 de abril. Um suplemento especial contará os detalhes de cada uma das 7 Maravilhas escolhidas.


“Para o aniversário de Curitiba, o jornal pensou, neste ano, em contar com a participação efetiva da po pulação. Para isso, repassou aos curitibanos a tarefa de escolher quais imagens representam me lhor a capital. Afinal, não há ninguém melhor que os próprios cidadãos para decidir quais são os registros mais significativos da cidade”, diz Nelson Souza Filho, diretor de redação da Gazeta do Povo.

As 20 fotos selecionadas misturam, segundo o editor de fotografia João Bruschz, o olhar afetuoso do curitibano com a curiosidade de quem vê tudo pela primeira vez e o primor técnico. “O profissional da fotografia sempre busca olhar o cotidiano sob um novo ângulo. Se ja pelo ineditismo da imagem, para extrair alguma informação especial ou, simplesmente, pela estética”, comenta.

O resultado são imagens poéticas, curiosas e, muitas vezes, en graçadas que revelam uma Curi tiba de detalhes, de intervalos e de anônimos. Entre as fotografias, as polêmicas calçadas de petit pavê, os ipês floridos, as luzes do trânsito barulhento, o casario multicolorido da capital, os dias preguiçosos de chuva e as réstias de sol sobre gramados gelados. “Fugimos dos pontos turísticos, para olhar além. Olhar para o que está diante de todos, mas só fica registrado por meio da fotografia”, diz Bruschz, que fotografa há 33 anos – 22 deles para a Gazeta do Povo.

Como votar

- Basta acessar o endereço www.gazetadopovo.com.br/7maravilhas e escolher a imagem preferida, entre os dias 8 e 18 de março.

CARACTERE(S) - RETRATOS EM PRETO E BRANCO

11 de mar. de 2010

PREPARANDO A SÉTIMA INTERVENÇÃO: CARACTERE(S) - RETRATOS EM PRETO E BRANCO


A partir de 1º de março, Tom Lisboa inicia projeto inédito de criação e intervenção coletivas

Desde 2004, sempre no mês de maio, o artista visual Tom Lisboa desenvolve uma intervenção urbana inédita para a capital paranaense. Nestes sete anos, ele já ocupou 20 outdoors no centro da cidade, fixou polaroides (in)visíveis em telefones públicos, pendurou molduras coloridas em pontos de ônibus e colocou fotos de pássaros em árvores de vários parques.


Em "Caractere(s) - Retratos em Preto e Branco" Tom explora a visualidade proveniente da palavra escrita. Estes "Retratos em Preto e Branco" são mini-cartazes que convidam o espectador a construir mentalmente os personagens contidos nos textos. A diferença em relação às outras intervenções realizadas é que, pela primeira vez, o artista vai dividir com o público a autoria das obras e a intervenção não estará restrita a Curitiba. "Eu queria experimentar, em um projeto no "mundo real", a interatividade e a desterritorialização da internet, um meio que tem sido fundamental para minha produção", afirma.

Caractere(s) acontecerá em duas fases. Na primeira (março/abril), Tom receberá, por email, descrições de pessoas ou até mesmo personagens de livros para estes "retratos" (veja regras de participação no site). Na segunda fase (maio), todos os "retratos" farão parte de uma intervenção que poderá acontecer, simultaneamente, em várias cidades. Para fazer a intervenção, basta visitar o site de Caractere(s) e imprimir os "retratos" que desejar (em papel branco e tinta preta). Aqueles que enviarem o registro fotográfico da intervenção terão esta imagem divulgada na Galeria de Fotos do evento.

Motivado pelos baixos custos de produção, os resultados sempre inesperados e o contato com vários artistas, Tom tem estimulado "mobilizações criativas" como esta através da internet. Desde 2006, quase 400 participantes envolveram-se em seus projetos, que acabaram sendo expostos em mais de 50 cidades, de 20 países.

Serviço:

Informações sobre Caractere(s): www.sinTOMnizado.com.br/caracteresrpb

Datas:

Criação dos Caractere(s) - 01/03 a 30/04/10

Intervenção Coletiva - 01/05 a 31/05/10


Local da Intervenção Coletiva:

A intervenção pode acontecer, simultaneamente, em qualquer cidade.

Os interessados devem acessar o site de Caractere(s) e imprimir as obras para fazer a intervenção.

Tom Lisboa fará a intervenção em Curitiba.

Curitiba sedia encontro de twiteiros culturais

Evento começa amanhã no Centro de Eventos da Federação da Indústrias do Estado do Paraná


Ninguém mais dúvida da potencialidade de divulgação e propagação de informações através das redes sociais digitais. Ferramentas como Twitter, Orkut, Facebook, Youtube, já são utilizadas por grandes empresas e pessoas famosas para divulgar seus produtos e trabalhos, aproximar mais de seus públicos e construir e manter sua imagem.

Atualmente a febre é o Twitter, microblog para troca de mensagens rápidas. Recente estudo divulgado em janeiro comprova o crescimento e a popularidade do Twitter no Brasil, que ocupa a segunda posição em número de usuários no mundo. O país responde por 8,8% do mercado da rede, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Segundo dados divulgados pela empresa responsável pelo Twitter, o microblog tem diariamente 50 milhões de mensagens (Tweets). Cerca de 20% delas fazem referência a produtos ou marcas. O que comprova a potencialidade da ferramenta para o marketing e divulgação.

No setor cultural, isso não é diferente. Grandes nomes da música popular como Maria Rita e Ivete Sangalo; grupos de dança como o Grupo Corpo e outros tipos de manifestação cultural utilizam as redes sociais para divulgar seus trabalhos e espetáculos.

Exatamente com o intuito de debater a cultura nas redes sociais, profissionais de literatura; música; cinema; multimídia; jornalismo e áreas afins, que são ligados em cultura e presentes no Twitter, se uniram e criaram o “Encontro de Twitteiros Culturais do Brasil”.

Curitiba, capital do Paraná, será sede do 4º Encontro desses Twitteiros. O evento acontece durante as atividades Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010 (CICI 2010). Amanhã, a partir das 15h, no Centro de Eventos da Fiep (Av. Comendador Franco, 1341 - Jardim Botânico – Curitiba).

Para Júlia Ramalho Pinto (@arpjulia), coordenadora do ETC_BH (@ETC_BH) e uma das convidadas para conduzir os debates, o evento é de extrema importância, uma vez que a cada dia mais pessoas aderem às redes sociais como forma de interação. “Diante da grande popularidade e da potencialidade dessas ferramentas esse tipo de encontro ganha relevância. O Twitter é hoje um grande divulgador de idéias. E por que não transformá-lo em um grande propagador da cultura? Este encontro será importante para avançamos em questões de como melhor utilizar essa rede que a cada dia cresce mais. Do último ETC_Brasil 27/02, três novas cidades já aderiram a rede”, diz.

Júlia explica que estará na pauta de debates a relação do Twitter com a cultura, forma de utilização e como o Twitter pode auxiliar na difusão de informações para públicos não interessados na área. A cada encontro são colocadas novas questões práticas de como ir tecendo a rede e utilizando-a melhor.

Júlia Ramalho Pinto @arpjulia – Sócio-diretora da Estação do Saber, Mestre em administração (UFMG), psicóloga (FUMEC) clínica (psicanálise) e organizacional (coach), administradora (UFMG), professora universitária em cursos de graduação e pós-graduação, curadora e coordenadora do projeto Estação Pátio Savassi.

Fonte: Jornal do Estado

Quantas calorias você gasta Twittando?

10 de mar. de 2010

Ashton Kutcher e Tom Hanks já experimentaram

No dia 4 de março, a DM9DDB lançou o medidor de calorias gastas no Twitter, criado para a Companhia Athletica. Um dos primeiros a testar a nova ferramenta foi o ator norte americano Ashton Kutcher, que ficou conhecido pelo papel de Michael Kelso, na série de televisão That 70’s Show e é hoje casado com a atriz Demi Moore. Veja o que apareceu em @tweetcalories, fazendo referência à visita do perfil oficial de Kutcher: @aplusk burned 5.15 in the past 24h. O ator Tom Hanks também já aderiu: @tomhanks just performed a Tweet Calorie test and he burned 1.03Kcal on the last 24 hours.



O Tweet Calories usa um método de matemática muito simples. Por meio de uma média de tamanho das palavras, velocidade média de digitação, calorias que se perde por minuto, e quanto se costuma gastar em uma twittada, é possível descobrir quantas calorias o usuário gastou nas últimas 24 horas. Basta entrar no site http://tweetcalories.com/ e digitar seu Twitter user. No perfil @tweetcalories, é possível conferir quem já participa da ação.

Lei antifumo “pegou” no Paraná

Apesar da falta de fiscalização, fumantes respeitam a proibição de cigarros em locais fechados. Em cem dias, só houve 24 multas no estado

FABIULA WURMEISTER,

Foz do Iguaçu - A lei paranaense antifumo completou nesta semana cem dias em vigor com boa adesão – e com poucas punições. Entre as principais cidades do estado, apenas Curitiba registrou multas contra estabelecimentos comerciais e casas noturnas que desrespeitaram a proibição de fumo em ambientes fechados. A pequena quantidade de punições se deve a dois fatores. Primeiro, ao que tudo indica os fumantes resolveram respeitar a lei por si próprios. Por outro lado, a fiscalização é mais frágil do que se desejaria.

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostra que até o início de fevereiro haviam sido feitas mais de 12,3 mil inspeções em todo o Paraná. No mesmo período, foram aplicados 65 autos de infração. Desses, 24 evoluíram para multas, todos na capital. Também em fevereiro, numa punição mais grave, cinco estabelecimentos tiveram de fechar as portas por 48 horas. No mesmo período, regionais como as de Pato Branco e Paranaguá fizeram em média cerca de mil inspeções. Mas ninguém foi multado.

Fuga: Rodrigo Rahmeier, de Foz do Iguaçu, atravessa a fronteira com o Paraguai para frequentar bares sem precisar deixar de fumar

Fiscalização falha

A dificuldade em fiscalizar mais de perto o cumprimento da lei antifumo estaria no pequeno número de técnicos que a Vigi lância Sanitária pode deslocar para a atividade. “Estamos trabalhando, mas ainda não contabilizamos nenhuma infração. Por causa da gripe A e da dengue não temos tempo para correr atrás disso”, admitiu o diretor da Vigilância Sanitária de Londrina, João Martins.

Mesmo com algumas irregularidades, o diretor disse que a incidência de pessoas que fumam em ambientes fechados diminuiu em 90% – sinal de que a lei está sendo respeitada. “Nesses locais (bares e restaurantes), a lei pegou bem, mas ainda vamos fazer um mutirão em locais mais necessários, como terminais de ônibus”, disse o diretor. Para Martins, o artigo da lei que pede ampla divulgação antes da punição não foi totalmente cumprido. “Queremos divulgar ainda mais”, diz.

O presidente-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Lon drina, Arnaldo Falanca, reclama da falta de fiscalização. “Não estamos sentindo que o controle esteja sendo feito e, se não houver controle de forma severa, a lei pode não pegar”. Segundo Falan ca, por causa disso ainda é possível ver pessoas fumando onde snão deveriam.

A falta de controle sobre o cumprimento das leis interfere de forma direta na eficácia das regras e, consequentemente, sobre o respeito a tais regras. De acordo com o especialista em Direito Constitu cional Augusto Nencini, independentemente do teor de uma lei, se não houver fiscalização serão menores as chances de ela ser seguida à risca, em especial quando prevê sanções como multa ou prisão. “A eficácia da lei está ligada ao seu controle, seja por parte dos órgãos responsáveis ou pela própria população.”

Interior

Frequentador de bares e restaurantes de Foz do Iguaçu, o guia de turismo e estudante de Psicologia Rodrigo Rahmeier, fumante há 15 anos, não concorda com o rigor da lei e, para evitar o desconforto de ter de fumar na calçada, tem procurado estabelecimentos do outro lado da fronteira. “No Paraguai e na Argentina não tem esse controle todo nos bares. Lá meus amigos e eu nos sentimos mais à vontade.” Segundo ele, a prática vem au mentando entre os moradores da fronteira.

Em Campo Mourão, no Centro-Oeste do estado, as duas notificações pelo uso de tabaco em local fechado de uso coletivo foram motivadas por denúncias feitas por sócios de clubes de recreação à Vigilância Sanitária. Em 100 dias, foram realizadas cerca de mil inspeções. Segundo o chefe do departamento, Márcio Alencar, o município optou primeiro por conscientizar a população, por meio de panfletagem. Até que a divulgação termine, as multas serão aplicadas apenas em casos reincidentes.

Já em Ponta Grossa foram feitas 500 fiscalizações, mas não houve nenhuma multa ou interdição. “As pessoas estão bem conscientes”, afirma o coordenador do serviço, Joselito Pinheiro da Costa Junior. O gerente de um bar, Sebastião Ademir Maciel, confirma. “Não tive problemas, todos estão respeitando.”

Nos primeiros fins de semana, uma equipe da Vigilância Sanitária percorria as casas noturnas para identificar irregularidades. Mas agora, conforme relata Costa Junior, como a equipe é pequena, só atua se houver denúncias ou durante as fiscalizações de rotina do departamento.

Pioneira na lei de restrição ao cigarro em bares e restaurantes, Maringá conta com lei municipal antifumo desde 2006. Como já existia a proibição, inclusive dos fumódromos, o consumidor e o comerciante maringaense já estavam habituados às regras, avalia a gerente de Vigilância Sanitária local, Dora Ligia Bombo. “A lei estadual veio para ajudar a manter os ambientes livres de fumaça, pois ela é mais restritiva que a lei municipal, com penalidades mais altas”, observou.

Colaboraram: Fábio Luporini, Jornal de Londrina; Carlos Eduardo Kadu, correspondente em Campo Mourão; Maria Gizele da Silva, da sucursal de Ponta Grossa; e Hélio Strassacapa, Jornal de Maringá On-line

Conheça a lei


Em vigor desde o dia 29 de novembro de 2009, a lei antifumo paranaense estabelece que fica proibido o uso de qualquer produto derivado do tabaco em vários locais:


Proibições


A lei não permite fumo em:


> Local de uso coletivo – total ou parcialmente fechado. Exceções: locais de culto religioso, de tratamento de pacientes autorizados a fumar pelo médico, residências, vias públicas e locais próprios para consumo (tabacaria).


> Veículos públicos ou privados de transporte coletivo.


Responsabilidade


Cabe ao dono do estabelecimento:


> Não dispor cinzeiros, caixas de areia, isqueiros e afins.


> Afixar avisos de NÃO FUMAR em local visível.


> Orientar funcionários a não fumar e informar os clientes sobre a proibição.


> Comunicar a Polícia Militar quando necessitar de auxílio para retirar clientes do estabelecimento.


Fiscalização


Cabe às vigilâncias sanitárias estadual e municipal:


> Realizar inspeção nos locais de abrangência da lei.


> Ao detectar infração, lavrar Termo de Intimação, determinando que o estabelecimento tome medidas para o cumprimento da lei, lavrar Auto de Infração e multa de 100 unidades Padrão Fiscal (equivalente a R$ 6.070), que pode dobrar em caso de reincidência.


Fonte: Sesa-Pr


82% dos fumantes têm problemas de saúde


Rio de Janeiro - Os fumantes brasileiros estão preocupados com a saúde e 82% deles já sofreram com problemas relacionados ao tabaco. E mais: 65% são a favor das leis de proibição total ao fumo em ambientes fechados. Entre os não fumantes, essa aprovação sobe para 80% dos entrevistados. Os dados fazem parte da pesquisa do International Tobacco Control, que avalia em 20 países o impacto das políticas públicas implementadas pelos governos.


O estudo foi divulgado ontem pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), na véspera da votação, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, do projeto de lei que proíbe o fumo em ambientes fechados em todo o território nacional. Entre os 20 países que participam do trabalho foi no Brasil que os pesquisadores encontraram o maior índice de arrependimento. Entre os fumantes entrevistados, 91% preferiam não ter experimentado o cigarro.


Agência Estado

Fonte: Gazeta do Povo
 

2009 ·Clockwork News by TNB