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blog Pausa Dramática

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Novidades no mercado

16 de set. de 2009

A Sony, como sempre, está cheia de novidade, apostando tudo na alta definição.
A TV LCD KDL – 52XBR é a primeira TV a ser vendida no Brasil que conta com o recurso Motion Flow 240 Hz. Essa função permite reproduzir 240 quadros por segundo! Quase quatro vezes o número de quadros existentes, proporcionando imagens mais suaves e maior detahamento. Ela também tem quatro entradas HDMI e automático de cores e brilho de acordo com a luz do ambiente. Está a venda no site da Sony por cerca de 23.000 reais.

Outra novidade da Sony que promete ser objeto de desejo é o computado Vaio P. Ele é tão inovador que foi criado uma categoria para colocá-lo: Pocketstyle PC, isso porque ele tem o tamanho de um netbook mas, a configuração de um notebook: processador Intel de 1,33 Ghz, 2 Giga de memória RAM, disco rígido de 60 Giga, conectividade wi-fi, Bluetooth, webcam integrada e sistema Windows Vista. Ele tem apenas 12 cm de largura, 2 de espessura e 620 g de peso. Está sendo comercializado por cerca de 4 mil.
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Para quem está procurando um media Center, uma boa opção pode ser o HD multimídia LaCinema, da Lacie, empresa americana especializada em HDs. Ele é uma verdadeira central multimídia: conta com disco rígido de 250 GB com alta velocidade de transmição e permite a reproduzir arquivos digitais, como vários formatos de vídeos, músicas e imagens diretamente na TV através da conexão HDMI. O modelo traz controle remoto e interface em português e é bem portátil. Possui também um sistema anti-impacto que protege o aparelho de pequenas quedas e choques. Disponível para venda no site da distribuidora Controle Net e custa 1.400 reais.

A tecnologia de Avatar

25 de ago. de 2009

Tecnologia, por Marcos Coelho

Semana passada alguns cinemas no mundo todo exibiram alguns minutos do novo filme de James Cameron, Avatar. O conhecido diretor de Titanic, que também dirigiu outros filmes de ficção como “O segredo do Abismo” e “Aliens”, é conhecido por seu perfeccionismo no que concerne o uso de efeitos especiais em seus filmes. Tanto que, a seu pedido, a Panasonic desenvolveu câmeras especiais para que ele pudesse filmar debaixo d’água e assim levar pra casa o Oscar de efeitos especiais em Titanic.

Desta vez, Cameron promete levar o 3D para um outro nível. Quem teve a oportunidade de assistir ao pequeno preview sabe do que estou falando. Até agora, os grandes sucessos do 3D eram inteiramente concebidos como animação. E Avatar mistura live action com muita imagem gerada por computador (CGI), algo em torno de 70% do filme, incluindo seus atores principais, que estavam envoltos em sensores especiais que capturavam os movimentos e os enviavam a um banco de computadores, atuando em um palco para captura de movimentos seis vezes maior do que jamais usado por outro filme.

Cameron melhorou a captura de movimento, especialmente dos olhos e da boca e outros movimentos mais sutis. Outro avanço foi a invenção de um monitor, no qual o diretor podia ver o resultado da captura de movimento em tempo real, sem a necessidade de esperar que fosse processado por um computador. Na parte do live action Cameron desenvolveu uma câmera que funciona como o olho humano, capaz de capturar duas imagens simultaneamente.

O objetivo aqui é claramente inserir (em Imax 3D quase literalmente) o espectador em uma paisagem alienígena. Tudo é diferente do que você já viu, mostrando que Pandora seguiu um caminho evolucionário bem diferente do nosso.

É inegável seu parentesco com jogos de vídeo game e parece ser o formato do cinema por vir. Vamos esperar e ver.
(clique nas imagens para ampliar)





A indefinição do Blu-ray

19 de ago. de 2009


É sabido que toda nova tecnologia demora um pouco para se tornar popular. Alguns são um fracasso retumbante não sendo simplesmente incorporado no dia-a-dia das pessoas. Ignorada e esquecida é logo substituída por outra. Alguém ai pensou nos bolachões LD (laser-disc) ou no MD? À época, quando foi lançado, o DVD também teve certa resistência por parte da população que não via necessidade de trocar seu velho videocassete por outro aparelho que só oferecia imagem melhor e ainda por cima nem gravava os programas da TV. Apenas dez anos após ser lançado do DVD já era um sucesso absoluto e cumpria exatamente o que prometia: praticidade, colectabilidade, imagem e som infinitamente melhor que o velho VHS.

Parece que estamos novamente enfrentando o velho dilema: será que vale a pena investir em um tocador de discos Blu-ray? Muito já foi dito a respeito da superioridade da imagem e do som e do maior espaço para armazenamento, mas o problema com o tal disco é que é preciso praticamente refazer sua sala de TV. TVs de plasma ou LCD adquiras há mais de dois anos, por exemplo, não são capazes de reproduzir o Blu-ray em sua total definição; poucos receivers tem um processador de som capaz de dividi-lo em 7.1 canais, sendo assim poucas pessoas tem 8 caixas de som “espalhadas” pela sala.

Por enquanto ainda parece um gadget para loucos por novidades, ou pessoas que estão atrás da última novidade para incrementar seu home theater. A revista Veja edição 2126, diz que ainda não vale a pena, apenas se você já tem uma TV Full HD, onde já se percebe as imperfeições dos atuais DVDs. A Folha de Londrina, edição de 18/08 mostrar que o aparelho está em busca da popularização, embora tenha um preço ainda proibitivo (entre 1,3 a 1,5 mil) e as ofertas de mídia para o player não sejam tão abundantes e bem caras se comparadas a um DVD.

Os investimentos em novas tecnologias estão sendo cada vez mais rápidos. É melhor nos acostumarmos a considerar obsoletos objetos de desejo ainda há pouco inatingíveis. Especula-se que o Blu-ray logo seja substituído por mídias digitais.

E você, quando vai trocar sua recém-adquirida TV LCD por uma LED TV?


Samsung Star: tela sensível a preço acessível

11 de ago. de 2009


A onda do momento, ou a tendência, para citar nosso amigo Gerverson, parece ser mesmo o touch screen. Iniciada pela Apple, hoje ela está presente na maioria dos celulares lançados recentemente. Embora nunca tenha sido fã de aparelhos celulares, adquiri recentemente, graças – e de graça - ao plano da operadora o Samsung Star.
Apesar de não ser um celular top de linha, o Samsung Star convence mesmo por ser um aparelho full touch screen, ou seja, quase todas as suas funções estão concentradas na sua tela de 3 polegadas e por um preço bem acessível para quem o adquiri sem o subsídio da operadora.
Vamos às suas características: o Star (também conhecido como S5230) tem uma tela de 3 polegadas com resolução WQVGA, rádio FM, a tal câmera com smile detection, tocador de músicas, slot para microSD de até 8GB e bluetooth. Ele não tem 3G, mas o forte é a interface proprietária, que vem com a capacidade de widgets que dão informações sobre a bolsa, RSS, e atualizações do Facebook ou e-mail. A idéia é que esses widgets mantenham o usuário conectado com o mundo consumindo o mínimo de banda possível, já que ele vem com suporte apenas para Edge (o 2G).
Funciona de forma bastante interessante e me parece uma porta de entrada ao mundo do touch screen. Ou seja, ha de se acostumar com seus dedos na tela tentando arrastar as coisas, nem sempre funcionando. E para quem não tem habilidade para isso ainda vem a canetinha. Eu optei por não usar a canetinha, uma vez que o celular não vem com lugar para escondê-la. Às vezes irrita quando se está procurando um contanto e ele sobe e desce depressa demais, ou acidentalmente toca em um ícone e toda a sua play list é apagada. A impressão que dá é que você tem que usá-lo com os dedos levantados. Mas nada que você não se acostume.
Minha conta de celular não inclui pacote de dados, portanto mal pude explorar os widgets, mas pude perceber que precisa de paciência para se usar uma internet que não seja 3G. Outra coisa que faz falta no celular é um bom flash.
Mas vale a pena e é bem bonitinho.

Sua nova TV

3 de ago. de 2009


Sempre adorei tecnologia, principalmente aquelas ligadas ao entretenimento. Me lembro a primeira vez que li a respeito de Home Theater, a muito tempo em uma reportagem citando Paulo Francis (!)que estava apaixonado pela Brookie Shields(!) ao assistir a uma filme dela em seu recém-montado Home Theater. Desde então comecei a procurar por qualquer coisa que fosse relacionada ao tema. O tempo passou, e o termo ficou gasto e malempregado.

Ainda não possuo o Home Theater dos meus sonhos, aliás, está longe disso, mas aos poucos pode-se ir montando uma boa sala de entretenimento.
Talvez o item mais básico de uma sala seja uma boa TV. Mas exatamente aqui que encontramos a maior dificuldade. Até a bem pouco tempo tudo o que você precisava decidir era o tamanho que sua TV teria. Mas com o advento das TVs de tela fina, enfrentamos questões como LCD ou Plasma, Full HD ou HDTV ready, qual seria a melhor taxa de contraste, tem motionflow, enfim uma infinidade de especificações técnicas que a maioria de nós não tem ideia pra que serve.

Quando finalmente reunimos todas essas informações e achamos a TV que cabe no nosso orçamento fazemos um grande esforço para levá-la para casa.
Foi assim que aconteceu comigo. Adquiri recentemente uma Sony Full HD da série V de quarenta polegadas. Instalada a TV em casa, você ansioso para ligar e assistir. É
quando começam seus problemas: a imagem da TV a cabo está horrível. Liga para a operadora e pede um cabo melhor. A imagem do DVD está horrível. Sai para se comprar um cabo melhor. Depois dos cabos instalados ( imagem melhorzinha) começa outro dilema: ajustes. Passei quase um mês fazendo isso. Depois de muito testar, pesquisar na internet cheguei a um padrão razoável.

Não dá pra negar que, dependendo da qualidade do DVD, a imagem é um espetáculo. Mas acho que só vou estar satisfeito quando instalar um Blu-ray e poder usufrir todo o pontencial da minha TV. Esse, o próximo passo para (hoje) uma boa sala de entretenimento.
 

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