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Canais abertos investem em seriados norte-americanos

9 de jun. de 2010

09-06-10
Antes exibidas majoritariamente durante a madrugada, essas atrações ganham cada vez mais espaço no horário nobre

Quem não tem TV a cabo e detesta baixar programas para ver no computador tem como opção acompanhar alguns dos famosos seriados americanos pela TV aberta. Antes exibidas majoritariamente durante a madrugada, essas atrações ganham cada vez mais espaço no horário nobre de três emissoras, Band, Record e SBT. Juntas, elas exibem hoje mais de 20 séries importadas. Os canais investem em temporadas que já foram ao ar no exterior e na TV paga, mas, ao contrário do que se possa pensar, isso não tem sido um problema. Dar espaço a séries como “Família Soprano’’, “CSI Las Vegas’’ e “Sobrenatural’’ -para citar apenas três exemplos- tem rendido bons índices de audiência. “A média de 11 pontos de “CSI Las Vegas’ comprova isso. O telespectador gosta do que estamos oferecendo e do horário em que colocamos o programa na grade’’, resume Mafran Dutra, presidente do comitê artístico da Record.

As emissoras juntas, exibem hoje mais de 20 séries importadas (foto: Divulgação)
 
“CSI’’ não é a única série que ultrapassa os dois dígitos na TV aberta. Em 2009, o SBT colocou “Sobrenatural’’ no ar e viu o ibope crescer e alcançar dez pontos de média. Não à toa, a emissora de Silvio Santos está reprisando neste ano a primeira tempora da saga dos irmãos Winchester aos sábados.

Claudino Mayer, pesquisar de televisão da Universidade de São Paulo, explica o interesse nesse tipo de atração. “O espectador acompanha a série porque ela é curta. Não é necessário dedicar tanto tempo para vê-la. É diferente de novela, por exemplo, que tem uma duração grande e é exibida diariamente.’’

Hélio Vargas, diretor de programação e produção da Band, acredita que as séries importadas têm tudo para conquistar a fidelidade do público da TV aberta. “Acompanho a audiência da TV a cabo há mais de cinco anos e percebi que o interesse do público por seriados cresceu.’’ Ale Rocha, jornalista e autor do livro “Poltrona - o Livro do Maior Blog Brasileiro Independente sobre TV’’, concorda e completa: “Os telespectadores têm mais uma opção de teledramaturgia. É importante o acesso a diferentes produções. Com um leque amplo de opções, o público escolhe o que deseja acompanhar’’.

Na Sexta, o SBT estreou “Grey’s Anatomy’’. A série acaba de chegar ao fim de sua sexta temporada nos Estados Unidos e é sucesso mundial -por aqui, é exibida desde 2005 no canal de TV paga Sony. Misturando humor com drama, o seriado mostra as histórias de amor e de superação dos residentes e dos pacientes do fictício hospital cirúrgico Seattle Grace.

A Record também exibiu no sábado “Lipstick Jungle’’(foto abaixo), série inspirada no sucesso “Sex & the City’’. A emissora também prepara para o dia 11 de junho a estreia da sexta temporada de “Monk’’ -o seriado, aliás, que teve o último episódio exibido no domingo pela TV paga Universal. “A Record sempre usou as séries de forma estratégica na programação, razão pela qual temos em nosso acervo algumas das produções mais vistas no mundo’’, explica Dutra sobre as estreias do canal.

“Bones’’ entrou no ar em maio na Band e é uma das apostas internacionais da emissora do Morumbi, que promete estrear no segundo semestre a série de ação “NCIS’’ e o drama “Modern Family’’.

Na contramão da Band, da Record e do SBT, a Globo investe mais em produções próprias do que em enlatados americanos. Nos primeiros meses do ano, estreou “S.O.S. Emergência’’, “A Vida Alheia’’ e “Separação?!’’. Outras três séries -’’A Cura’’, “Justiça para Todos’’ e “As Cariocas’’- estão programadas para entrar no ar ainda no segundo semestre.

Apesar de não apostar suas fichas em seriados importados, a emissora comprou recentemente os direitos de “Glee’’. A série, porém, ainda não tem data definida para começar a ser exibida pela emissora. Aos fãs, resta apenas acompanhar pelo canal pago Fox.



Séries em destaque na TV aberta


AOS SÁBADOS

"Sobrenatural'' (1h15)

O SBT está exibindo a primeira temporada da série, que conta a história dos irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles). A dupla viaja de carro pelos Estados Unidos investigando acontecimentos sobrenaturais e caçando criaturas fantasmagóricas, demoníacas e vampirescas. É baseada em lendas urbanas e na mitologia antiga


"Lipstick Jungle'' (0h20)

Baseado no best-seller "Sex and the City'', obra de Candance Bushnell, o seriado fala sobre a amizade de Wendy (Brooke Shields), uma executiva da indústria cinematográfica, Nico, editora de uma famosa revista de moda, e Victory, uma estilista sonhadora que espera encontrar o homem de sua vida e realizar todos os seus sonhos. A Record está exibindo a primeira temporada do programa


AOS DOMINGOS

"Arquivo Morto'' (1h)

A série, que vai ao ar por aqui pelo SBT (quinta temporada), mostra a rotina da detetive Lilly Rush (Kathryn Morris), do Departamento de Homicídios da Filadélfia. Sua missão é reabrir casos antigos sem solução e recomeçar suas investigações. O detetive Scotty Valens (Danny Pino) e o tenente John Stillman (John Finn) são os seus parceiros.


ÀS SEGUNDAS

"Bones'' (21h)

A série investigativa é exibida pela Band (primeira temporada) e gira em torno da vida da doutora Temperance Brennan (Emily Deschanel), personagem inspirada na antropóloga forense Kathy Reiches, autora de best-sellers. Bones (ossos, em inglês) é o apelido da protagonista, que como colaboradora do FBI, auxilia nas investigações de crimes que envolvem restos mortais decompostos

"Dois Homens e Meio (1h15)

Desde que estreou em 2003, a série é umas das comédias mais populares da TV americana. No Brasil, o SBT exibe a segunda temporada do sitcom. Seu enredo tem como personagem principal Charlie Harper (Charlie Sheen), um solteirão bem de vida que vê a vida mudar quando seu irmão, Alan (Jon Cryer), que está no meio de um divórcio, e seu sobrinho, Jake (Angus T. Jones), reaparecem em sua vida


ÀS TERÇAS

"CSI Las Vegas'' (21h)

A quinta temporada da série, que retrata o cotidiano de um grupo de investigadores judiciais de Las Vegas, é exibida no Brasil pela Record. A equipe CSI investiga desde roubos em lojas a casos de abuso infantil


ÀS QUARTAS

"O Exterminador do Futuro: as Crônicas de Sarah Connor'' (21h15) Exibido pelo SBT, o seriado é uma continuação da franquia que começou com o filme "O Exterminador'' e envolve a vida de Sarah Connor (Lena Headey) e seu filho John Connor (Thomas Dekker) depois dos eventos do segundo filme, "O Julgamento Final''


ÀS QUINTAS

"House'' (0h30)

O personagem principal da série é o Dr. Gregory House (Hugh Laurie), um médico mal-humorado, cético e que evita a qualquer custo qualquer aproximação com os seus pacientes. A Record exibe por aqui a quinta temporada do seriado, que já recebeu diversos prêmios -entre eles, dois Globos de Ouro

"Entourage'' (3h15)

O sitcom vai ao ar pelo SBT (quarta temporada) e mostra como a ascenção à fama de Vincent Chase (Adrian Grenier) muda a sua vida e a de seus melhores amigos. Eric Murphy (Kevin Connolly), Johnny "Drama'' Chase (Kevin Dillon) e Turtle (Jerry Ferrara) deixam o bairro de Queens, em Nova York, para ajudar o companheiro em sua nova e agitada rotina em Hollywood


ÀS SEXTAS

Grey's Anatomy (21h15)

A série, sucesso nos Estados Unidos, tem sua primeira temporada exibida pelo SBT e trata com humor as desventuras de um grupo de médicos em sua vida profissional e também no amor, amizade e sexo. Meredith Grey (Ellen Pompeo) é a protagonista do seriado

Monk (0h30)

O sitcom vai ao ar pela Record e retrata o cotidiano de Adrian Monk (Tony Shalhoub), um detetive que, após a morte de sua mulher, sofre um colapso nervoso e vê suas fobias se agravaram e interferirem no seu trabalho. Com a ajuda da enfermeira Sharona Fleming (Bitty Schram), ele pede finalmente voltar a cuidar de novos casos.

do Jornal do Estado

Eu odeio Copa do Mundo

6 de jun. de 2010

06/06/2010
Monopólio da mídia, ufanismo e esquecimento de problemas sociais são os motivos alegados por quem detesta o período de Mundial

ROBSON MARTINS
 
“Eu odeio Copa do Mundo”. A frase, apesar de muito estranha nestes dias que antecedem a estreia da seleção na África do Sul, resume o sentimento de al guns brasileiros. Para aqueles que não fazem a menor questão de ver o evento, toda a bajulação em torno dele faz com que se torne ainda mais “insuportável”.



Enquanto a maioria dos brasileiros se diverte com a seleção brasileira e a Copa do Mundo, um grupo que não suporta o Mundial procura outras opções

Os motivos da aversão normalmente são os mesmos. A enxurrada de notícias sobre o tema nos meios de comunicação, o ufanismo e o esquecimento dos problemas fora das quatro linhas são alguns deles. Somando diversas comunidades no Orkut sobre o tema, pelo menos 2.500 internautas fazem parte do grupo que odeia o campeonato de futebol mais importante do planeta.

Um dos anti-Copa é o mestrando em Filosofia da UFPR, Élcio José dos Santos. Para ele, nesta época aparecem os nacionalistas de ocasião. “É um perío do de visível hipocrisia de grande parte da população. O brasileiro, que comumente não se manifesta em relação à coisa alguma do país em que vive, de repente torna-se um patriota, veste-se de verde e amarelo e infla o peito para dizer que é brasileiro”, critica.

Ele ainda lembra dos outros inconvenientes que aparecem de quatro em quatro anos. “Sem contar a algazarra feita nos dias de jogos e os noticiários que aparentam apenas ter notícias da Copa e parecem ignorar o restante do contexto nacional. Além das universidades, escolas, comércios e órgãos públicos que param para ver os jogos”, argumenta.


Santos diz não ser radical, justificando que tudo consiste na prioridade de cada um. “Eu considero o futebol uma perda de tempo, visto que há muitas atividades mais enriquecedoras e construtivas, como uma peça de teatro, uma apresentação musical, a leitura de um livro, um bom filme e um passeio por um local novo”, exemplifica.

Há seis anos ele pensa desta ma neira, não tendo inclusive assistido à Copa de 2006. “Na última, enquanto o Brasil jogava eu estava na academia malhando, passeando pelas ruas incomumente calmas do centro de Curitiba, ou estudando”, relembra, já programando o que irá fazer desta vez. “Durante os jogos, estarei provavelmente com um protetor auricular em uma biblioteca ou na minha casa lendo. Se tivesse dinheiro, iria para o interior ou um ambiente mais calmo, bem longe da barulheira.”

Outra que não suporta mais ouvir falar do Mundial é a historiadora Natália Dias Veado. O que mais a irrita é a necessidade de todos pararem o que estão fazendo para acompanhar a seleção. “Estou organizado o Fórum de Museus de Joinville, que ocorrerá na mesma época, e já recebi vários e-mails de participantes perguntando se o evento iria parar durante as partidas”, reclama. “As pessoas se matam, enquanto os jogadores não estão nem aí”, dispara.

Mesmo achando o futebol “chato”, Natália foi obrigada a ceder à pressão. Mas não sem criar uma opção para aqueles que, como ela, nem querem saber o que está ocorrendo na África do Sul. “Eu reservei um ônibus para fazer um roteiro turístico pelos museus de Joinville para os que não gostam de Copa do Mundo. Se eu fosse um participante do fórum, ficaria irritada por não ter outra coisa para fazer neste período. Por isso estou tentando criar algo diferente”, conta.

Após ter a ideia, Natália confessou que ficou com medo de ter que trocar o ônibus por uma van ou mesmo um carro. Mas a procura, pelo que ela esperava, foi grande. “Quinze pessoas já se inscreveram, sendo quase todas mulheres”, relata.

da Gazeta do Povo
Quem também não a guen ta mais ouvir, ver e ler sobre a Copa é a design gráfica Adria ne de Jesus. “Os jornais na tevê só falam de futebol, com tanta coisa mais importante acontecendo. Fora a barulheira durante os jogos”, reclama, afirmando que ou estará trabalhando ou aproveitando o tempo livre em casa durante as partidas dos comandados de Dunga.

Outra indignada é a representante comercial Luciane Macias. Mesmo sendo santista e morando na cidade em que se notabilizaram Pelé e Robinho.

“Eu não odeio o futebol. Odeio este sentimento de não fazer nada além de ver os jogos. Ninguém pensa em ou tra coisa”, protesta, afirmando que só verá a estrela do seu time em campos africanos se não tiver nada melhor para fazer.

Estilo web 2.0 chega às compras. Shop 2.0 em Curitiba

06/06/2010
Novas lojas chegam a Curitiba e aplicam modelo das mídias sociais, em que o “poder” se concentra nas mãos dos usuários

CINTHIA SCHEFFER
 
Foi-se o tempo em que o varejo se resumia a um vendedor e um cliente frente a frente, e um balcão entre eles. Até um simples site com uma lista de produtos parece ter ficado no passado. A concorrência cada vez mais acirrada tem obrigado o empresário brasileiro a inovar e apostar em formais originais para conquistar a atenção do consumidor. Pelo menos três delas estão chegando a Curi tiba, considerada uma praça-teste para novidades: vem aí uma loja colaborativa e um clube de amostras grátis; e já está no ar um site de promoções que só valem se os usuários “espalharem” os descontos.


Raisa e Gustavo, da Endossa: para continuar a vender na loja, comerciante precisa atingir cota

O portal PeixeUrbano foi a primeira novidade a estrear na capital paranaense. No dia 28 de maio o site colocou no ar a primeira oferta para a cidade – um desconto de 71% em uma sessão de massagem de duas horas. Para que ela valesse, no entanto, era preciso que pelos menos 20 pessoas comprassem a oferta. Objetivo mais que alcançado: no total, foram vendidos 280 pacotes.
 
O “start-up” brasileiro já funciona desde março no Rio de Janeiro e abril em São Paulo, e foi inspirado em sites norte-americanos como Groupon, Li vingSocial e Twongo, que viraram febre no país no ano passado. A mecânica é simples: o usuário cadastrado recebe por e-mail a promoção, entra no site e compra o cupom de desconto, que deve ser apresentado no estabelecimento. Isso, claro, des de que ele faça a sua parte divulgando a promoção para ajudar a garantir que pelo me nos 20 pessoas também comprem a oferta. Para isso, vale o tradicional boca a boca e, principalmente, as redes sociais.


“Os próprios usuários fazem o marketing pelas ofertas, porque eles têm interesse que outras pessoas comprem”, diz um dos criadores do Pei xeUrbano, o curitibano Emer son Andrade. “O que queremos é que as pessoas explorem a cidade, que conheçam coisas novas.”

Clube Amostra Grátis deve chegar logo a Curitiba: em São Paulo, 10 mil pessoas se inscreveram para entrar no clube

Quadrados

Na próxima sexta-feira será a vez da loja colaborativa Endossa estrear no mercado curitibano. Com os 150 cubos de madeira das paredes ainda vazios, por enquanto é difícil imaginar o que o consumidor vai encontrar por lá. Só há uma garantia: variedade. A proposta é que os espaços sejam ocupados por comerciantes ou artesãos que não têm condições de ter uma estrutura própria para vender seus produtos. “Não fazemos nenhum tipo de seleção dos itens. Vale qualquer coisa”, conta uma das sócias, a empresaria Raisa Terra.

Os espaços têm tamanhos variados, com aluguel que varia entre R$ 140 e R$ 660. A Endossa é responsável por toda a estrutura, pela equipe de vendedores e também por emitir a nota fiscal. Mas para se manter no espaço é preciso conquistar o público. Cada caixa tem uma meta de vendas e cada compra vale um “endosso”. Quem não atingir o endosso precisa desocupar o espaço e voltar para a fila de espera. “Por enquanto, a meta é igual ao valor do aluguel, e precisa ser batida uma vez a cada três períodos de contrato”, explica o empresário Gustavo Ferriolli, um dos idealizadores e também sócio da loja de Curitiba.

A proposta é aproximar os conceitos de mídias sociais e internet 2.0 – em que o usuário faz o conteúdo – para uma loja física. “O mix vai se renovando de acordo com as ideias de quem vende e as escolhas de quem compra”, diz Ferriolli. A Endossa já tem outras duas lojas em São Paulo, que têm fila de espera de interessados em alugar um espaço. Em Curitiba, pouco mais da metade dos espaços ainda está vaga, mas os empresários dizem que a procura tem sido muito boa. “Curitiba para nós será um desafio, porque fazer sucesso aqui é mais difícil do que em qualquer outro lugar”, diz o empresário. “Mas é estratégica porque é muito parecida com outras cidades do mundo em que apostamos que a ideia vai dar certo.”

Este é grátis

O clube Amostra Grátis funciona em São Paulo há cerca de um mês e deve chegar a Curitiba em breve, mas a data ainda não foi confirmada. A loja segue o conceito “tryvertising”, algo como “teste antes de comprar”, que já funciona em países como China (SamplePlazza), Estados Unidos (SampleU), Japão (SampleLab!) e Espanha (Esloúltimo).

Para participar, é preciso fazer um cadastro e pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 50. Ela dá direito a uma carteirinha para acesso livre a cinco produtos por mês (inclusive lançamentos do mercado). Depois, o “pagamento” é feito com opinião – ele precisa responder a um questionário falando sobre os problemas e as qualidades do que está levando para casa.

Segundo os criadores do clube, em apenas duas semanas em São Paulo foram feitos 10 mil cadastros. O empresário Luiz Gaeta, um dos idealizadores do Amostra Grátis, diz que marcas como Nestlé, Motorola, Nextel e Bertin, que fazem parte do portfólio da capital paulista, também já demonstraram interesse em marcar presença na unidade de Curitiba. Na loja paulistana há desde cosméticos até produtos para casa, calçados e comidas.
 
da Gazeta do Povo

Ingressos para Príncipe da Pérsia já estão a venda no site Ingresso.com para IMAX

4 de jun. de 2010

O site ingresso.com já colocou a venda os ingressos para as sessões de Principe da Pérsia. Os interessados podem comprar os ingressos para as sessões dubladas e legendadas pela internet com vários dias de antecedência e não enfrentar as longas filas que se formam na bilheteria e correr o risco de ficar sem ingresso. Pelo site é possível escolher a data, horário e lugar na sala de cinema e efetuar o pagamento de meia ou inteira com o cartão de crédito. No caso de meia entrada é necessário apresentar carteirinha ou comprovante na entrada do cinema.
O Príncipe da Pérsia não é em 3D, é versão em 2D somente, em todos os cinemas.

Sobre o filme

"O Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo" é a estreia dos cinemas nesta semana. O épico de ação e aventura ambientado na mística Pérsia é a adaptação cinematográfica para o já clássico game que leva o mesmo nome. Um príncipe guerreiro (Jake Gyllenhal) relutantemente une forças com uma misteriosa princesa (Gemma Arteton) e, juntos, eles lutam contra forças obscuras para salvaguardar uma antiga adaga capaz de libertar as Areias do Tempo - um dom dos deuses que dá à pessoa que o possui o poder de controlar o mundo.


Dirigido por Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo) conta com um elenco de peso. O ator Jake Gyllenhaal (O Segredo de Brokeback Mountain, 2005) interpreta o príncipe persa Dastan, Gemma Arterton (007 Quantum of Solace, 2008) está no papel de Tarmina, enquanto Ben Kingsley (Gandhi, 1982) faz o personagem Nizam.

O filme imagina uma Pérsia medieval e pré-islâmica - parte histórica, parte fantástica -e se centra na missão do príncipe de expor o assassino de seu pai, ganhar a confiança da princesa Tamina e impedir que as misteriosas areias do tempo, que controlam a própria história, caiam em mãos erradas.

A fotografia conta com a ajuda das locações tão sensacionais quanto os efeitos do filme: Marrakesh, Ouarzazate e Erfoud, no Marrocos. Além disso, foram construídos cenários gigantescos nos estúdios Pinewood na Grã-Bretanha. A adaptação do videogame, com um orçamento estimado de 150 milhões de dólares, espera repetir o grande êxito de "Piratas do Caribe", cujos três primeiros filmes representaram mais de 2,6 bilhões de dólares de arrecadação nas bilheterias mundiais e uma mina de ouro de produtos para a Disney e seus parques de diversões. Pelo jeito, a obra alcançará os objetivos.O site IMDB atualizou os valores da arrecadação da bilheteria dos cinemas nos Estados Unidos e informou que a adaptação cinematográfica do jogo Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo faturou mais de US$ 37,8 milhões em seu segundo fim de semana - somente nos Estados Unidos. Originalmente a informação era a de um faturamento de US$ 30,2 milhões. Príncipe da Pérsia ficou somente atrás de Shrek para Sempre. Príncipe da Pérsia teve a terceira melhor estreia de uma adaptação gamística em toda a história. Pokémon: O Filme tem a segunda, enquanto Lara Croft: Tomb Raider tem a primeira colocação.

Grande parte do mérito do filme é de Jordan Mechner, que criou o videogame que inspirou o filme e escreveu o primeiro projeto de roteiro. Mechner também é um blogueiro, tem sua própria página (http://jordanmechner.com) e é autor de graphic novels. Duas obras suas serão lançadas quase ao mesmo tempo que o filme: Solomon's Thieves, ilustrado por LeUyen Pahm e Alex Puvilland, o primeiro volume de uma trilogia sobre os Cavaleiros Templários; e Prince of Persia: Before the Sandstorm, ilustrado por vários artistas, que conta uma história anterior ao filme e ao jogo que o inspirou.
 
com informações do Bem Paraná

Festival traz cinema francês a Curitiba

04-06-10
Festival Varilux de Cinema Francês começa amanhã com a exibição de títulos premiados como O Profeta e sucessos de bilheteria, entre eles, O Pequeno Nicolau

Dizem ser um ótimo sinal quando a arte começa a se ocupar de problemas políticos e sociais de um país, usando-os como parte importante, essencial, de obras de ficção. Não sob a forma de panfletos ideológicos, mas de bons livros, peças de teatro e filmes, que retratam e discutem a realidade.


O Festival Varilux de Cinema Francês, que começa amanhã e vai até 10 de junho em nove capitais brasileiras, incluindo Curitiba, traz alguns exemplos interessantes de como esse diálogo com a vida real e suas mazelas pode ser profícuo.
 
Dentre os dez longas-metragens da mostra, que terá sessões diárias no Unibanco Crystal (leia box com a programação completa), dois deles, os mais premiados da seleção, buscam virar do avesso a França contemporânea, tocando suas feridas: O Profeta, de Jacques Audiard, e O Dia da Saia, de Jean-Paul Lilienfeld.


Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes (2009), indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro e do César, principal honraria do cinema francês, em nove categorias, O Profeta é uma obra perturbadora e hipnótica. Pode ser descrito, de certa forma, como um romance cinematográfico de formação – de um criminoso. No caso, de Ma lik, jovem de origem árabe que, para não morrer numa prisão francesa, se torna subalterno e protegido de uma gangue de chefões do crime organizado da Córsega, que cumprem pena na mesma instituição.

Interpretado por um brilhante Tahar Rahim – César de me lhor ator e de ator revelação –, Malik é retratado como um delinquente, pobre e excluído em de corrência de sua condição de imigrante, que aos poucos cresce e aparece. Vira cachorro grande da contravenção.

De certa forma, o título O Pro feta ganha uma conotação algo irônica, já que o filme não discorre sobre religião alguma. O protagonista parece anunciar um novo tipo de criminoso, gerado em uma sociedade hoje multicultural, mas ainda incapaz de lidar plenamente com a alteridade e suas consequências.


Entre os muros da escola

Essa relação conflituosa com a diversidade étnica, cultural e religiosa também é o tema central de O Dia da Saia, que marca o retorno às telas de Isabelle Adjani, um dos grandes nomes do cinema francês. Em desempenho premiado com o César, a atriz de Camille Claudel (1988) é Sonia, uma professora de teatro numa escola frequentada por filhos de imigrantes que, em decorrência de uma série de acontecimentos infelizes, se vê mantendo em cárcere privado um grupo de estudantes, sob a mira de uma pistola. O desfecho é de tirar o fôlego.

Também integram a programação do festival o cult Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen, e o campeão de bilheterias O Pequeno Nicolau, de Laurent Tirard (2008), inspirado no livro infantil de Goscinny (criador do Asterix) e Sempé. Outro destaque é o documentário Oceanos, de Jacques Perrin e Jacques Cluzaud (2009). O longa-metragem, êxito comercial na França, retrata o mar como ele jamais foi visto, como organismo vivo, e usa recursos tecnológicos excepcionais e imagens espetaculares.
 
da Gazeta do Povo

Pato Fu brinca de fazer musica em novo disco

04-06-10
Flávio St Jayme

Após 3 anos dedicados à carreira solo de Fernanda Takai, o Pato Fu está com CD novo pronto pra sair, o décimo da banda, logo depois da Copa do Mundo.
Inusitado, diferente, louco... são algumas das palavras que surgem à mente quando se lê sobre o CD no site da banda ou se vê os videos das musicas. Musica de Brinquedo foi inteiro gravado com instrumentos de brinquedo e brinquedos que fazem som. Uma proposta arriscada de quem tem uma legião de fãs que cresceram junto com a banda.
Em 2009, quando Fernanda esteve em Curitiba, respondeu a um fã em um bate papo numa livraria, como ela via a evolução e transformação do Pato Fu, que de banda alternativa, tinha abraçado o pop e agora acalmava os nervos. Respondeu que tudo mudava e se transformava, então era esperado que o Pato Fu também se transformasse. Ela também não garantiu que o Pato Fu permanecesse na calmaria, embora o CD Daqui pro Futuro e seu (maravilhoso) CD solo Onde Brilhem os Olhos Seus, apontassem pra esse lado.
** Parênteses: tive o imenso prazer de assistir o show Luz Negra deste CD no Teatro Guaíra. Foi simplesmente uma experiência de outro mundo!**
Pois bem, qualquer conhecedor dos trabalhos da banda e fã mais atento pode perceber que sim, a banda vem se transformando dia a dia. Se isso é bom? De primeira pode ter certeza que sim, pois não é como muitas bandas que datam de décadas atrás e acham que podem fazer o mesmo som a vida inteira (oi Capital Inicial e Titãs). Porém, consegue-se perceber que a vida pessoal interferiu nestas transformações e que se, antes o Pato Fu se dirigia aos jovens (como os integrantes da banda) hoje se volta àqueles jovens que cresceram, casaram e tiveram filhos (como os integrantes da banda). Nada contra, mas como alguns não tiveram filhos, podem não compartilhar de algumas coisas que pais acham engraçadinhas, e talvez possa incomodar um pouco a "brincadeira" que é o novo disco. Pelas amostras no site (ver vídeos abaixo) dá pra perceber como as coisas se misturaram por completo.
Mas novamente, o Pato Fu tem coragem e pode dar um passo desses. Não é uma banda que esteja querendo se firmar, já tem seu lugar garantido.
Flávio St Jayme e Fernanda Takai



Com informações do press release da banda

Sistema operacional Google Chrome será lançado no final do ano

2 de jun. de 2010

02-06-10
O Google anunciou nesta quarta-feira (2) que o sistema operacional Chrome, inicialmente voltado para os notebooks, será lançado no final deste ano. A afirmação foi feita por Sundar Pichai, chefe da divisão do Chrome no Google, durante a feira Computex,em Taiwan.


A companhia procura desafiar o domínio do sistema operacional Windows, da Microsoft, no mercado. Ele está presente em mais de 90% dos computadores no mundo. “Estamos tomando todas as precauções com o lançamento do Chrome porque queremos porque queremos levar uma excelente experiência ao usuário”, disse Pichai.

Na quinta-feira (27), a Microsoft afirmou que o Google teria que realizar um esforço muito grande para criar um sistema operacional aberto, obrigando os desenvolvedores de softwares a criar diferentes versões dos seus programas para rodar em Chromes diferentes.

Pichai rebateu esta afirmação, dizendo que a similaridade na base da programação do Chrome faz com que as empresas criem apenas uma versão dos seus programas para o sistema operacional. “O Chrome OS é um dos poucos sistemas operacionais do futuro que já possuem milhões de aplicativos compatíveis", disse. “Você não precisa redesenhar o Gmail para funcionar no Chrome e o Facebook não precisa criar um novo aplicativo compatível”.

O Chrome OS terá o navegador de internet como o centro do seu funcionamento, apresentando aplicativos que funcionarão por meio dele como programas de edição de foto e de vídeo que serão armazenados em servidores externos, conhecidos como “cloud”, ou “nuvem”.
 
do Jornale

Biquíni Cavadão celebra 25 anos de carreira em Curitiba

02-06-10
Duas décadas e meia na estrada e a palavra que rege o trabalho da banda Biquíni Cavadão é renovação. Os fãs são mais jovens, a concepção de músicas é outra e agora eles pensam na internet como o principal meio de divulgação de novas músicas, espaço até então ocupado pelo CD.


 

No mais recente trabalho, a parceria com Lucas Silveira, da banda Fresno, com a música Acordar pra sempre com você, mostra a mistura de estilos musicais. Para celebrar os 25 anos de carreira, o Biquíni Cavadão combina sucessos de todas as fases da banda com o novo trabalho e composições como Exagerado, de Cazuza; Música urbana, do Capital Inicial e Vida louca vida, faixa de álbum do Lobão, no show que faz hoje em Curitiba.
 
“É uma celebração da nossa história, do nosso passado, e o que puxa um pouco essa turnê é essa música com o Lucas”, define o vocalista Bruno Gouveia. A parceria híbrida é considerada especial. “A participação se dá num momento de busca de uma renovação interna do repertório, de conhecer novos sons. Ao longo dos últimos anos tivemos outras parcerias assim. Foi uma troca muito interessante de ideias que fizeram a gente chegar aonde certamente sozinhos não chegaríamos e algo diferente do que o Lucas também faria sozinho”, conta Bruno.


O vocalista descarta a comparação com uma banda que ficou parada nos anos 1980. “Quem olha o trabalho do Biquíni Cavadão hoje não vai encontrar algo retrô. Se fosse, estaríamos trabalhando com outras pessoas e com outra sonoridade. As músicas inéditas que lançamos ao longo da década mostram uma renovação o tempo todo. As pessoas talvez estejam mais presas a algumas coisas do nosso trabalho do que nós mesmos. Aquilo que você ouviu não é o que você ouve hoje”, afirma o vocalista.

Novos trabalhos

Pioneiros em adaptar o trabalho à internet, tendo o primeiro disco de áudio lançado junto com um kit de acesso à rede (biquini.com.br), há 15 anos, os integrantes da banda pensam em formas diferentes de lançar músicas daqui para a frente.

“A gente continua compondo, gravando, mas estamos discutindo se vamos lançar mais CDs ou se esse vai ser o foco principal”, adianta Bruno. O formato deve seguir o caminho da internet ou de um aplicativo no celular, por exemplo. “Normalmente um CD tem 14 faixas e, quando é lançado, cria um prazo de validade para as músicas. Uma primeira música começa a tocar nas rádios, depois de três meses apresenta outra e, a partir da terceira música que começa a tocar, meses depois, esbarra na opinião de que o CD está velho. Mas se a música não estivesse no CD, ela seria nova”, diz.

Serviço

Show Biquíni Cavadão. Hoje, na Momentai Music & Fun (Avenida Água Verde, 66). Abertura da casa às 22h30 e início do show às 0h30. Ingressos: R$ 40 (inteira), disponíveis pelo Disk Ingressos: (41) 3315-0808, quiosques nos shoppings. Informações: (41) 3333-5555 e 3315-0808.
 
do O Estado do Paraná

Diretor de '2012' implode Shakespeare

1 de jun. de 2010

01-06-10
Em 'Anonymous', que está sendo filmado na Alemanha, Emmerich questiona a autoria dos textos do dramaturgo inglês

Assim que terminou de destruir o mundo em ''2012'', o alemão Roland Emmerich, 54, que também fez ''Independence Day'', resolveu filmar outra explosão. Mas, desta vez, histórico-literária.

Com o menor orçamento da carreira, US$ 30 milhões (cerca de R$ 55,2 milhões), Emmerich está dirigindo ''Anonymous'', em que questiona a autoria de textos de William Shakespeare.
A teoria é estudada há séculos por historiadores e mestres da literatura, como Charles Dickens e Henry James, mas há muita controvérsia no tema.

Entre as dezenas de livros sobre o assunto, Emmerich escolheu ''Lost Kingdom'', do ex-presidente da Sociedade Shakespeariana de Oxford Charles Beauclerk, para guiar o filme.
A tese de que Shakespeare teria um ''ghost writer'' é embasada pelo fato de não haver evidências de que ele teve educação formal ou registros de sua morte, em 1616. ''Há apenas evidências de que ele seria ator'', diz Emmerich.

Teorias sugerem que Francis Bacon (1561-1626), filósofo e fundador da ciência moderna, poderia ser o autor das obras de Shakespeare.
Mas Emmerich preferiu a versão em que o autor de ''Hamlet'' e ''Rei Lear'' era um homem da corte porque, de outra maneira, ele teria perdido a cabeça por escrever de maneira tão crítica e fazer comédia sobre a própria corte.

No roteiro, Shakespeare é Earl de Oxford, Edward de Vere. Ele seria o filho secreto de Elizabeth, a rainha virgem. Para a maioria dos atores ingleses no elenco, a teoria soa razoável. Mas não para Vanessa Redgrave, que interpreta a rainha Elizabeth. ''Os detalhes nos textos sobre Veneza, por exemplo, são típicos de escritor e não de um conhecedor de geografia. Shakespeare significa muito para mim e para o mundo, essa ideia é ridícula'', diz.

O filme se passa na Inglaterra elisabetana e está sendo filmado na ex-Berlim oriental. A reconstrução da Londres do século 16 será feita por efeitos visuais. Só paisagens, que servirão como base para a computação gráfica, foram filmadas ''in loco''.

Como um filme de Emmerich não poderia passar sem um desastre, uma cena de incêndio acabará com o cenário. ''Tenho pouco dinheiro, mas acho que o resultado pode ser surpreendente'', diz o cineasta.

Anonymous ainda não tem data de estreia no Brasil

da Folha de Londrina

Dada a largada para reforma da Rua 24 Horas

01-06-10

O prefeito Luciano Ducci assina nesta terça-feira (1º), às 11h30, a ordem de serviço para a reforma da Rua 24 Horas. Será a primeira reforma geral do espaço, inaugurado em setembro de 1991. A Prefeitura vai investir R$ 3,84 milhões na revitalização que começará nesta quarta-feira (2).


O projeto, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippuc) prevê a reforma e restauro da Rua - criada há 19 anos - com implantação de café, livraria, agência de correios, central de turismo e espaço cultural.

O objetivo é transformar a Rua 24 Horas num amplo espaço de cultura, turismo e serviços para a população curitibana e visitantes da cidade. A reforma manterá as características arquitetônicas do espaço.

Uma das novidades é que a Rua será ponto de chegada e saída da Linha Turismo que registra, em média, 50 mil passagens por mês. O turista também encontrará ainda uma série de outros serviços, como informações sobre a cidade, e vendas de artesanato e produtos regionais. A 24 Horas terá também espaço para manifestações culturais, como exposições de arte e apresentações de grupos folclóricos.
 
do Bem Paraná
 

2009 ·Clockwork News by TNB