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Casa Cor reúne sofisticação e sustentabilidade

31 de mai de 2010

Meta é tornar o evento sustentável daqui a três anos


A 17ª edição da Casa Cor Paraná já começou e o resultado do trabalho de 102 profissionais, entre arquitetos, decoradores, designers e paisagistas, pode ser conferido em 67 projetos, na Casa de Retiro Mossunguê, no Ecoville. Todo ano, uma casa é escolhida para sediar o evento e receber uma nova decoração, arquitetura e design. Cada cômodo da casa é criado por um profissional ou equipe da área.


Em todo o Brasil, o tema deste ano é “Sua casa, sua vida mais sustentável e feliz” e em Curitiba o foco é o conceito “morar verde”. Desde o ano passado, o evento conta com uma preocupação ambiental e tem como objetivo alcançar o título de evento sustentável daqui a três edições. Por isso, antes de iniciar as produções, os profissionais contaram com a orientação de como realizar o projeto utilizando produtos sustentáveis. A acessibilidade também é um diferencial desta edição que possui todos os acessos com rampa, escada com indicação em Braille e cadeira possibilita subir escada.



“Na sala de jantar é possível controlar a quantidade de luz, a iluminação LED também proporciona economia de energia e os móveis são feitos com MDF laqueado de madeira reflorestada”, explica sobre o material sustentável utilizado no espaço, um dos idealizadores, o arquiteto Guto Biazzetto. Também faz parte da criação Carolina Esperzim. Este local da casa ganhou o prêmio de mais original da Casa Cor Paraná 2010.



A cozinha foi projetada para ser um lugar da casa em que se pode estar junto com a família e amigos, ao mesmo tempo em que se cozinha. “O foco é na convivência” explica a recepcionista do espaço, Chrystianne Alberti, organizado pela arquiteta Juliana Fleury. Há uma televisão, espaço para conversa, uma coifa potente, fogão elétrico, entre outros destaques. E a sofisticação não se restringe ao interior da casa. O Home Club, espaço da churrasqueira, idealizado por André Bertoluci e Flávia Caldeira, conta com um telão enorme na parede e lareira a gás, que liga e desliga pelo controle remoto e não mancha o teto.


“Nunca faltei uma Casa Cor, gosto muito do evento. As referências que absorvo aqui me ajudam até no trabalho”, revela a estilista Alady Rauth Milani. “Está bacana. Tem bastante coisa diferente, surreal. A linguagem é muito forte e há até um certo exagero nos símbolos que remetem ao convento que era o local”, opina a arquiteta que visitava o evento Jaqueline Lopes. Ela acredita que o espaço está melhor do que o ano passado. “Tá maravilhoso, muitas ideias. Ver o material, como é feito, para saber aplicar é muito bom. Muita coisa diferente, desde o tapete até o teto está bem conceitual”, afirma a estudante de arquitetura Andressa Borghezan, que veio de Foz do Iguaçu especialmente para prestigiar o evento com as colegas de turma, Rafaela, Ana Gabriela, Eloíze e Ana Cláudia.    



Para visitar os mais de 4 mil m2, que o evento ocupa, a estimativa é de que o visitantes leve cerca de duas horas. A previsão é de que 30 mil pessoas visitem a Casa Cor até o dia do encerramento, 29 de junho.







Serviço - 17ª CASA COR PARANÁ

Endereço: Casa de Retiros Mossunguê. Rua Francisco Juglair, 171, Ecoville, em Curitiba.

Visitação: De 21 de maio a 29 de junho de 2010.

Horário: de terça a sábado, das 13 às 21 horas; domingos e feriados, das 11 às 19 horas.

Preço: R$ 26 (entrada individual) e R$13 (estudantes mediante apresentação de carteira de estudante da UNE, UPES e UBES; pessoas com mais de 65 anos e crianças de 5 a 12 anos).


Reportagem Daiane Rosa

Fotos Lineu Filho

do Jornale



Gazeta do Povo lança projeto João Cidadão com participação interativa dos leitores

31-05-10
Projeto da Gazeta do Povo promove a cidadania e conta com a interatividade do público para traçar o final da história do personagem central

Lá vem ele. Um cara comum que passaria despercebido por qualquer pessoa se não fosse um detalhe. Ele é o João Cidadão, personagem criado pela Gazeta do Povo para guiar e conscientizar os leitores sobre questões de cidadania – temática recorrente no jornalismo diário relacionada à prática de direitos e deveres previstos pela legislação. A história de João será contada em formato de novela ilustrada, publicada em quatro revistas encartadas no jornal a partir de amanhã – e nas próximas segundas-feiras (7, 14 e 21 de junho).



“Cidadania é um conjunto de direitos humanos, civis, políticos e sociais”, define o cientista político e sociólogo Ricardo Costa de Oliveira, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ele avalia que esse conjunto teve um avanço progressivo no Brasil a partir do processo de redemocratização do país. “O conceito de cidadania é relativamente novo no Brasil. Os Estados Unidos, por exemplo, têm 200 anos de exercício ininterrupto de cidadania”, conta o presidente do Instituto Para naense de Direito Eleitoral (Iprade), Luiz Fernando Pereira, também professor de Direito do Centro Universitário Curitiba (Unicu ritiba).
 
A história brasileira marcada pela escravidão, autoritarismo e desigualdade provocou grande atraso no exercício da cidadania nos séculos e décadas passados. “A cidadania foi castrada e represada durante os anos de repressão da ditadura militar”, acrescenta Pereira. Oliveira ressalta que ainda é preciso avançar, diminuindo a desigualdade e ampliando a participação política da população. Ele defende que o melhor caminho para a cidadania é tratá-la em um processo pedagógico de aperfeiçoamento. “É uma prática e um desafio que precisam ser sempre ampliados e discutidos.”


Projeto

Com o intuito de despertar o interesse dos leitores pela cidadania e orientá-los como fazer valer seus direitos de uma forma leve e dinâmica, surgiu a ideia do João Cidadão. “Esperamos que esta série leve aos leitores um serviço abrangente que estimule a busca por seus direitos e o exercício da cidadania”, afirma o diretor de redação da Gazeta do Povo, Nelson Souza Filho. Entre os temas abordados no decorrer das quatro revistas estão contratos trabalhistas, aposentadoria, direito à educação, plano de saúde e garantias para o bebê.

Interatividade

Os episódios vividos por João são a linha condutora de um projeto que integra diferentes mídias e conta com a participação do público. Além do conteúdo impresso, vídeos e informações extras poderão ser consultados pela internet (www.gazetadopovo.com.br/joaocidadao). E, boletins informativos diários, na rádio 98 FM, reforçarão aos ouvintes algumas dicas sobre cidadania.

São os internautas que definirão qual será o destino do personagem na última revista. A votação de cinco episódios começa amanhã e vai até o dia 10 de junho. Dentre as alternativas, João poderá fazer previdência privada, ter sua empresa assaltada e cair na malha fina. A participação do público vai além: dúvidas relacionadas a algumas áreas do Direito (família, trabalhista, consumidor e previdenciária) poderão ser esclarecidas semanalmente em bate-papos on-line com especialistas.

Serviço: O primeiro bate-papo no site do João Cidadão (www.gazetadopovo.com.br/joaocidadao) acontece na próxima quarta-feira, a partir das 15h30, com a advogada Adriana Hapner, presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Família e da Comissão de Direito da Família da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR). No centro do debate estarão questões jurídicas que envolvem a família, como casamento, herança e divórcio. Perguntas já podem ser enviadas para o e-mail projetosespeciais@gazetadopovo.com.br.
 
da Gazeta do Povo

Redes sociais ganham importância nas empresas

28 de mai de 2010

28-05-10
As novas formas de interação entre as empresas e seus públicos estão retratadas na pesquisa “Mídias Sociais nas empresas”, realizada pela primeira vez pela Deloitte no Brasil. Depois de conquistar a popularidade dos consumidores, as mídias sociais ganham importância junto às empresas, mas ainda são pouco exploradas como ferramentas estratégicas de relacionamento.


O estudo foi realizado com 302 empresas de diversos segmentos e portes econômicos que atuam no País. Quase 70% afirmaram utilizar as redes sociais. São Paulo apresentou a maior concentração de respondentes (63%), seguido pelo Rio de Janeiro (7%) e Minas Gerais (6%). As companhias multinacionais representam 16% das participantes, e o restante, 84%, são de origem nacional.

As ações de marketing e divulgação de produtos e serviços são as atividades mais realizadas, com 83%. Segundo o gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais, Fabio Cipriani, a popularidade das ações de marketing é natural. As mídias sociais representam um canal de comunicação que atinge milhares de pessoas e a um baixo custo. As mídias sociais são muito mais vistas, pelas empresas, como mídia propriamente dita, do que como plataforma de relacionamento.

O estudo aponta também que é dada pouca importância à captura de oportunidades (46%), ao suporte aos clientes (43%) e ao desenvolvimento de inovação por meio de inteligência coletiva (17%). “Vimos que dificilmente a empresa envolve outros processos que poderiam ganhar muitos benefícios com as mídias sociais, por exemplo, captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes”, completa Cipriani.

Um total de 73% das empresas afirmou que as ações ligadas a esta ferramenta estão sob o comando do departamento de Marketing. Um aspecto a ser considerado é que a diretoria e o departamento de comunicação são os menos envolvidos com mídias sociais, 5% e 6%, respectivamente. A estratégia deveria partir da liderança, por esse motivo, os demais departamentos não se envolvem e se mostram desalinhados em relação às ações desenvolvidas nestes canais. Apenas 26% dos respondentes afirmaram que há mais de um departamento envolvido com mídias sociais em suas empresas.

A pesquisa destacou ainda que as redes sociais (Orkut, Facebook, redes sociais internas etc) são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas, com 81%. Os microblogs (Twitter, Yammer etc) aparecem em seguida com 79%, e devido ao ritmo de crescimento que vem ganhando no Brasil, deverá ultrapassar as demais redes sociais muito em breve. O blog corporativo também é muito usado no universo empresarial, sendo utilizado por 70% das empresas que se envolvem comas mídias sociais.

do Jornale

Filme sueco sob a luz do noir

O título é um evidente jogo de palavras com o filme de François Truffaut O Homem Que Amava as Mulheres, com Charles Denner no papel de connaisseur amoroso do sexo oposto. No caso, trata-se do contrário. Saído da imaginação do jornalista e escritor Stieg Larsson (1954-2004), este Os Homens Que Não Amavam as Mulheres entra em registro que nada tem a ver com a atmosfera de sutil erotismo de Truffaut. Pelo contrário, nele tudo é um tanto exasperado, da atmosfera de pós-modernidade ao caráter (e mesmo ao físico) dos protagonistas.


A trama é tirada do primeiro volume da trilogia Millenium, escrita por Larsson, e que se tornou um best-seller mundial. Aqui mesmo, no Brasil, publicado pela Companhia das Letras, os livros chegaram quase a 300 mil cópias vendidas. No filme, Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist) é um jornalista da revista Millenium (daí o título da série), que está sendo processado por um figurão em virtude de uma reportagem. Desempregado, Mikael aceita um trabalho freelancer muito bem remunerado: encontrar os traços de uma garota, Harriet, desaparecida há 40 anos. Na época, ela tinha 16 anos e fazia parte de uma poderosa família sueca.

Na história, cruzam-se essas duas figuras, a do jornalista investigativo e a do detetive. Pelo menos no imaginário popular, são fronteiriças. Ambos correm atrás da "verdade", mesmo que esta, como se sabe, tenha em geral vários rostos. Assim, apeado da sua posição na imprensa por uma acusação, Mikael buscará refúgio na atividade paralela. Interessante será a parceira que encontrará para sua aventura: a jovem Lisbeth Salander (Noomi Rapace), inteligência brilhante em informática, hacker contumaz, agressiva, corpo magro atravessado por piercings e tatuagens, bissexual e vivendo em liberdade condicional. Essa, a dupla. Um jornalista maduro e uma jovem transviada.

Não será a única das originalidades do filme nesse gênero batido, mas sempre na moda, o "policial" de tipo noir. Bastante fiel à trama original, o diretor dinamarquês de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, Niels Arden Oplev, segura com firmeza os desdobramentos de uma história que inclui crimes horrorosos, perversões sexuais de tipos variados e o passado nazista de parte das elites suecas. Não é pouca coisa para tratar, mas ele tem tempo para isso: nada menos de 153 minutos de filme. Que, diga-se, passam rapidinho, sem que se sinta.

Carisma. Essa velocidade se deve tanto à intensidade da trama em si, quanto à maneira encontrada por Oplev para lhe ser fiel. Procura manter o essencial da narrativa, e, sem nenhuma preocupação em ser "autoral", dirige de maneira competente e fluida. Os intérpretes ajudam. Têm carisma e levam no rosto (e no corpo) as marcas e asperezas da vida. Além disso, Oplev não se deixa levar por falsos pudores e põe em cena a crueza imaginada por Larsson em seu romance. Deu certo. Pelo menos na Europa, não decepcionou os fãs do livro e foi um sucesso de bilheteria. A questão é saber se no Brasil vai repetir o mesmo êxito nesse gênero tão associado ao cinema norte-americano.

Parece claro que tanto o escritor como o diretor que adapta o texto bebem na fonte generosa do noir - gênero que floresceu nos Estados Unidos, em especial durante os anos 1940 e 1950 e deixou obras notáveis como O Falcão Maltês, O Segredo das Joias e À Beira do Abismo. Filmes de crimes, que muitas vezes colocam em cena um investigador particular e obedecem à regra de descobrir quem fez o quê. Mas há casos em que essa linha de investigação aparece como secundária, pretexto de um cinema que deseja mostrar o desacerto da sociedade como um todo e não apenas o de suas camadas marginais. O noir é datado, mas deixou descendências e desdobra-se em releituras como as de Polanski (Chinatown) ou Tarantino (Pulp Fiction).

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres é filme que dá continuidade a essa tradição, em registro europeu. Ao buscar o paradeiro de alguém desaparecido, os "detetives" Blomkvist e Lisbeth acabam por expor alguns dos esqueletos zelosamente guardados no armário da milenar cultura europeia, que produziu Bach, Beethoven, a Capela Sistina - e Auschwitz.
 
do Estadão

10 motivos para não perder Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo

28-05-10

1 – As areias do tempo são nada mais nada menos que as areias “sagradas” do Marrocos, o único país do continente africano, que não faz parte da União Africana – ambinete que se encaixa perfeitamente com a história do filme.
2 – A dupla dos lindões Jake Gyllenhaal e Gemma Arterton (o príncipe e a princesa) está de cair o queixo. Tanto em visual quanto em talento.
3 - Falando em visual, os efeitos especiais estão muito bem feitos. Desde releituras de castelos do mundo persa até as areias do tempo.
4 – Ação e aventura sem parar. No bom estilo de filmes como “Piratas do Caribe”, o príncipe dá um bom Jack Sparrow, só que do bem!
5 - Apesar de muitas batalhas e lutas com espadas, o longa não conta com um alto teor de violência. Ponto positivo! Toda a molecada pode curtir sem empecilhos.
6 – A trilha sonora que te coloca dentro do mundo persa e que fica mais e menos intensa de acordo com o teor da batalha ou cenas de pura emoção.
7 - Direção de primeira, com o trabalho de Mike Newell, o mesmo de Harry Potter e o Cálice de fogo e Donnie Brasco, clássico filme estrelando Al Pacino.
8 – Personagens marcantes. Além da princesa, há a família real e até mesmo um caçador de tesouros acompanhado por um fatal membro de uma tribo indígena que dão o ar da graça
9 – Ver o herói clássico dos games em carne e osso.
10 - É típico filme de verão, para assistir com pipoca, namorado (a), refrigerante, balas e sem preocupação. Só diversão. Não tenha dúvidas que você vai sair da sessão eufórico e feliz.
)
Trailer Legendado

Bastidores Legendado

 

Casal de jornalistas da Gazeta do Povo mostra opiniões sobre Sex and the City 2

28-05-10
Sequência do filme inspirado pela série que fez história – e um sucesso incrível entre o público feminino – é uma diversão com pipoca que as mulheres só devem ver acompanhadas de homens se não houver outra opção.


Continuação supera expectativas e discute casamento


Annalice Del Vecchio

Achei que seria embaraçoso ver um filme como Sex and The City 2 ao lado de um homem. Logo no início da sessão, uma pré-estreia para jornalistas, contive minha emoção ao ver o closet abarrotado de peças estilosas do novo apartamento de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Afinal, não queria que meu amigo Guilherme Voitch, que escreve ao lado, me achasse boba.

Poucos minutos depois, já estávamos extasiados com as cenas nova-iorquinas e rindo muito com as quatro amigas no casamento gay de Stanford (Willie Garson) com o italiano durão Anthony (Mario Cantone). Afinal, não há como não se divertir ao ver Liza Minelli ministrando o cerimônia e interpretando o sucesso de Beyoncé “Single Lady (Put a Ring On It)” em um cenário com cisnes e pontezinhas brancas.

Se fosse o primeiro filme, certamente meu sorriso seria amarelo, mas Sex and the City 2 tem um timing mais parecido ao da série que originou as versões para o cinema. Talvez porque seja mais fácil criar cenas espertas e engraçadas após o famoso “sim”– o primeiro longa, focado no casamento de Carrie com Mr. Big (Chris Noth), distanciou as personagens de sua condição de mulheres independentes e acabou se tornando mais uma comédia romântica ruim.

O que não significa que, casadas, as amigas estejam mais bem-resolvidas. A graça, aliás, é essa, em um filme que supera as expectativas ao discutir os problemas do casamento e o papel da mulher na sociedade sem nunca deixar lado sua faceta, ao menos para as mulheres, deliciosamente fashion. Carrie enfrenta o que chama de “terríveis dois anos de casada”. Afinal, Mr. Big, quem diria, agora prefere o sofá às badalações. Miranda (Cynthia Nixon) enfrenta um chefe machista. Charlotte (Kristin Davis) anda enlouquecida com a difícil tarefa de ser mãe.

Uma viagem luxuosa a Abu Dhabi, no Marrocos, fará as amigas revisarem suas vidas enquanto fogem do machismo da sociedade árabe e se divertem com belos cenários, lindos mordomos e, no caso da solteira e sempre pronta para o ataque Samantha (Kim Cattrall), belos homens cujos glúteos à mostra irritaram um pouco meu companheiro de sessão. GG1/2

* * * * * * * * *

Homens só devem ver o filme em último caso

Guilherme Voitch

Troque as doses industriais de cerveja, as drogas e as strippers por glamour, maquiagem e sapatos. Sex and the City 2 é a versão mulherzinha de Se Beber, Não Case. Lá estão um grupo de amigos ou amigas em um hotel. Las Vegas ou Abu Dhabi. Tanto faz. Nos dois casos, a distância de casa e o clima de festa de ambas as cidades leva homens e mulheres a fazer besteira. Num caso, rouba-se um tigre e casa-se com uma garota de programa. No outro, a mocinha casada beija um ex-namorado. Em ambos bate o arrependimento.

Sex and the City é isso. Uma grande diversão com pipoca para que a mulherada leve a amiga solteira, o amigo gay e, em último caso, o namorado.

Sim, porque apesar de, no todo, a história ser perfeitamente compreensível, nos detalhes ela irrita os machos de plantão. No início, podemos até nos interessar por Samantha (ela valeria um convite para jantar, não?) ou considerarmos Charlotte como a esposa ideal (“Não posso perder a babá!”). Mas, em duas horas e pouco de filme, você é obrigado a pensar que faltou edição ou sobrou propaganda sobre celebridades, marcas e lojas.

Futilidade

Não há como escapar. As piadinhas giram em torno do complexo universo feminino e ele é algo um tanto distante e complicado para nós. Futilidade por futilidade, temos as nossas próprias: os melhores inferninhos, partidas antigas de futebol e solos de guitarra. GG
 
da Gazeta do Povo

Lee Dewyze é o novo 'American Idol'

27 de mai de 2010

27-05-10
O programa que lançou para a fama Kelly Clarkson, em 2002, elegeu quem se propõe a ser o novo ídolo musical dos Estados Unidos. Lee Dewyze, de Illinois, venceu a nona temporada de American Idol, que teve a final exibida ao vivo, pela primeira vez, nesta quarta-feira.


Ele venceu a preferência no voto popular (por telefone e SMS) com Crystal Bowersox, de Ohio, que era a favorita dos jurados. O primeiro single gravado pelo cantor, que até então trabalhava como vendedor de tintas, será Beautiful Day, do U2, música que ele cantou na última apresentação no programa.

A final da edição, que marcou também a saída do produtor musical e de TV Simon Cowell do grupo de jurados, teve mais audiência nos Estados Unidos do que a final do seriado Lost, exibido no domingo: foram 19,6 milhões contra 13,5 milhões de espectadores, respectivamente. Dentre as participações especiais no último episódio do reality show estavam Christina Aguilera, Janet Jackson, Alanis Morissette, a ex-jurada Paula Abdul e os vencedores das temporadas anteriores, como Kelly Clarkson.
 
da Veja

Sanduíche inspirado em sushi, conhece?

26 de mai de 2010

26-05-10
SanduWiki leva no lugar do pão, arroz japonês grelhado


Já pensou em comer um sanduíche inspirado em sushi? O WikiMaki, restaurante japonês casual que é um misto de temakeria com restaurante japonês tradicional, resolveu apostar na ideia e já conquistou os frequentadores da casa. De acordo com João Manuel de Carvalho Cardoso, um dos sócios-proprietários, o prato surgiu da vontade de elaborar uma opção diferenciada de comida japonesa. “Queríamos elaborar algo inusitado e, ao mesmo tempo, com um sabor único. Desta forma, nasceu o SanduWiki, uma delicada combinação de arroz japonês grelhado, no lugar do pão, e recheado com tiras de salmão ou shitake grelhado, cream cheese e alface”, destaca.

Além disso, Cardoso explica que este prato é uma ótima pedida para aqueles que ainda não são adeptos da culinária japonesa. “Por ser um prato quente, ele permite com que as pessoas que não têm costume de degustar os pratos com peixe cru, se permitam a experimentar esta iguaria”, diz. O sócio-proprietário ressalta que a criação do SanduWiki fez com que o WikiMaki se tornasse referência na inovação da maneira de degustar a culinária japonesa. “Nosso estilo 'Casual Japanese Food' acabou agradando além de nossas expectativas. Até os descendentes japoneses mais tradicionais frequentam o WikiMaki por ele oferecer pratos diferenciados, como o SanduWiki, que já é um sucesso”, comenta.

Serviço:

SanduWiki Salmão: R$ 12,90
SanduWiki Shitake: R$ 11,40

O WikiMaki aceita cartões de crédito e débito e refeição. O restaurante abre de segunda-feira a quinta-feira das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 00h. Sexta-feira funciona das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 02h. Sábados das 12h às 02h e domingos das 18h30 às 00h.

Release

Veja como é facil participar do Dia do Desafio. E ajude Curitiba ganhar de Caracas!

É bem facil participar do DIA DO DESAFIO, que acontece nesta quarta-feira, dia 26. Se tiver que subir três andares do predio onde trabalha, por exemplo, e decidir ir pela escala, já é uma atividade fisica. Basta registrar sua a participação no 0800 643 6690. Mas também vão acontecer sessões de ginástica na Boca Maldita, atividades físicas em prédios públicos e nas Ruas da Cidadania são algumas das ações programadas pela Prefeitura de Curitiba e parceria com o SESC-PR, para o Dia do Desafio, que acontece nesta quarta dia 26. A data marca a campanha mundial de incentivo à prática regular de atividade física em benefício da saúde e bem-estar. Neste ano, Curitiba compete com a cidade de Caracas, capital da Venezuela.Portanto mexa-se.



"O Dia do Desafio é uma oportunidade para as pessoas desenvolverem uma atividade física e promover a sociabilidade. O importante é se movimentar para buscar a melhoria da qualidade de vida", afirma o secretário municipal do Esporte e Lazer, Rudimar Fedrigo.

A mobilização acontece em milhares de cidades ao redor do mundo, em uma promoção da Tafisa - Trim Fitness International Sport for All Association. Em Curitiba, o Dia do Desafio é organizado pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) em parceria com a Prefeitura. A data surgiu no Canadá, em 1983, para tirar as pessoas do sedentarismo durante o inverno.

Uma das atividades programadas é "A Esteira da Fama", onde atletas curitibanos convidados pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer correm na esteira, na Boca Maldita. De acordo com o diretor do Departamento de Lazer da Prefeitura, Sandro Mazalli, vale todo tipo de atividade, como escalada, caminhada, dança, subir escadas, alongamento, entre outros exercícios.
 
Durante o Dia do Desafio, as cidades participantes competem entre si para ver quem reúne o maior número de pessoas nas atividades. Em 2009, Curitiba enfrentou e venceu Houston (EUA), com a participação de 1.118.904 pessoas em atividades físicas, ou 62,25% da população.


Para o dia 26, a Prefeitura montará um palco, na Boca Maldita, onde a cada meia hora haverá apresentação de dança ou de ginástica, além de apresentações de hip-hop, corais e bandas locaisNas repartições públicas, estão programadas aulas e ginástica. Também haverá atividades físicas nos Centros de Esporte e Lazer da Prefeitura.

Todas as ações esportivas desenvolvidas na cidade serão monitoradas pelas equipes da Secretaria do Esporte e Lazer. Para registrar as práticas, o Sesc deixará à disposição da população o telefone 0800-643-6690. Cada participante ou grupo que concluir 15 minutos de atividade física deve ligar e registrar seu movimento.
Registre sua participação aqui.
 
Release

Empresários apostam na Internet como shopping do futuro

25 de mai de 2010

25-05-10
A facilidade de encontrar o melhor preço através de sites de pesquisas, aliada à rapidez e comodidade de fazer compras pela internet têm provocado mudanças no comportamento do consumidor brasileiro. Pesquisas sobre comércio eletrônico revelam que a confiança do brasileiro sobre este tipo de serviço aumentou e pela expectativa de vendas para 2010, muito em breve gastar sola de sapato, carregar sacolas e enfrentar estacionamentos caros e lotados pode acabar virando coisa do passado.


Segundo levantamento feito pelo e-bit, consultoria especializada em e-commerce, o número de compras realizadas pela Internet no Brasil cresceu 30% em 2009 e movimentou cerca de R$10, 6 bilhões. Para 2010 a expectativa é de que este número atinja a marca dos R$13,6 bilhões. Esse crescimento do comércio eletrônico se deve principalmente ao aumento da credibilidade das lojas via Internet. No ano passado, o e-bit verificou que 79% das entregas foram realizadas dentro do prazo determinado. Outro aspecto para o crescimento deste consumo foi a entrada de grandes lojas de varejo na internet (caso das Americanas, Casas Bahia, Lojas Colombo), algumas trazendo preços melhores que as lojas físicas.

Para as empresas que apostam nas vantagens do comércio eletrônico, aproveitar este mercado emergente pode ser a saída para aumentar o faturamento. Foi o que aconteceu com a empresária Mônica Claure proprietária da Loja Unik, especializada na venda de sandálias Melissa e outros acessórios. Ela viu na Internet uma oportunidade de crescer em meio à crise econômica: “Cinco anos atrás, as lojas não pensavam em abrir negócios online e os consumidores tinham muita insegurança quanto a isso. Mas como boa parte de nossas ações de relacionamento com cliente são realizadas através da internet, resolvi encarar o desafio e apostar em um site de vendas pela internet”, afirma. A empresária conta que, no início, fazia duas vendas por semana. “Hoje enviamos dezenas de pares diariamente, para todo o país e o faturamento das vendas eletrônicas superaram da loja física”, comemora Mônica. As vendas pela Internet representam 62% do faturamento da loja.

Há 28 anos presente no mercado de venda de jóias e com duas lojas em Curitiba, a Camilo Joalheiros decidiu primeiro criar um site institucional. A aposta no e-commerce é recente, mas começa a revelar resultados. “Este é um mercado com certas peculiaridades, as pessoas querem ver de perto as peças, mas nos caso dos relógios as vendas já são uma realidade”, afirma a proprietária Maria das Neves. A empresária considera que esta é a ferramenta do futuro. “Muitos dos clientes ainda usam apenas para fazer a consulta e comprar na loja. Mas percebemos que o número de acessos ao site cresce a cada dia e estamos confiantes em ampliar as vendas”, aponta.

Atenta ao comportamento dos jovens consumidores, muito familiarizados com o uso da internet e com maior poder de compra, a empresária Flávia Bley decidiu há dois anos criar o Segredo do Vitório. Especializado na importação e venda de presentes criativos e originais, ela conta que nunca pensou em ter a loja física. “Nosso projeto nasceu para a internet, nunca pensamos em abrir uma loja, porque boa parte do nosso público está na faixa etária dos 18 aos 28 anos, que já tem maior perfil de consumo pela internet”, conta Flávia. Confiança na entrega é a palavra chave para estes consumidores. “O que a gente percebe é que primeiro eles vêm e fazem uma compra pequena e depois que a credibilidade do site é atestada, acabam aumentando o valor de consumo e também indicam para outras pessoas”, diz a empresária.
 
do Paranashop

G1 seleciona os 15 mistérios de 'Lost' que (não) foram respondidos

Mesmo quem nunca assistiu a um minuto de “Lost” nos últimos seis anos sabe o assunto da série. Um grupo imenso de passageiros cai em uma misteriosa ilha do Pacífico após um acidente aéreo, um voo da Oceanic Airlines que saiu de Sidney com destino a Los Angeles.Também é sabido que o programa é cheio de mistérios, enigmas e formas de narrativa complexas, como flashbacks, flashforwards (o processo inverso) e até flash-sideways, um termo criado pelos produtores de “Lost” para uma realidade paralela que esteve presente apenas neste último ano.


O episódio que foi ao ar no domingo (24) na TV americana será exibido “oficialmente” nesta terça-feira no Brasil, pelo canal fechado AXN, às 22h. Caso você não o tenha assistido, não siga adiante!

O G1 viu o final e produziu, no infográfico abaixo, como 15 dos principais mistérios de “Lost” foram retratados ao longo de suas seis temporadas.
 
O grande mistério de “Lost”, que não está listado no infográfico acima, é a ilha. Ela é quem agrega todos e muito se especulou sobre seu significado desde que ursos polares apareceram na floresta e defuntos começaram a caminhar sozinhos.


O escritor Stephen King, logo no começo da atração, comentou sua teoria para o programa, algo que todo “lostie” já fez um dia. Segundo ele, todos estavam mortos. Na época, a história foi motivo de chacota, pois daria à enigmática trama um final previsível. E talvez ele tenha acertado, pois o final é aberto e passível de diversas interpretações.
 
Se em seus primeiros anos “Lost” utilizou da ciência, de elementos físicos e filosóficos para criar um fiel grupo de seguidores, ao longo dos 17 últimos capítulos a série utilizou da fé, do amor, da esperança e de soluções até simplistas para responder a poucas das questões largadas no passado.


Após "The end", a ilha pode ser encarada como um lugar de redenção (alguns espectadores apostam que seja um purgatório). A realidade paralela tranquilamente seria o céu, o paraíso ou qualquer outro nome religioso que exista para definir a vida após a morte.

Selecionados por Jacob (fé), uma entidade cuja função é a de proteger aquele local único de seu irmão (razão), todos aqueles que levaram uma vida infeliz e solitária estiveram ali na ilha para cumprirem uma pena e terem uma segunda chance, que serviu para descobrirem quem realmente eram a fim de despertarem em outro plano espiritual - a realidade paralela.

Como explica Christian Shepard ao filho Jack, trata-se de um lugar em que todos chegaram juntos para que pudessem encontrar uns aos outros, pois a parte mais importante da vida de cada um foi o tempo que passaram juntos na ilha.

No começo do ano, os produtores executivos Carlton Cuse e Damon Lindelof adiantaram que o 6º ano de “Lost” teria uma relação maior com a 1ª temporada. E que o restante deveria ser encarado como parte uma grande jornada, de uma experiência à parte. O foco não seria responder aos mistérios, mas fornecer um bom final aos personagens.

Esqueça a Iniciativa Dharma, o templo ou as viagens no tempo de Faraday. Essas questões continuarão a fazer parte de um universo mantido apenas pelos fãs - que, aliás, desde que a série nasceu foram responsáveis por criarem na internet teorias muito superiores àquela sugerida em "The end" ou em outros episódios.

O "series finale" é um belo episódio, brega em alguns momentos até, e que fica naquela linha proposta por J.J. Abrams de sempre vir para confundir, não para explicar. Afinal, como se sabe muito bem em “Lost”, o que aconteceu, aconteceu.

Mesmo que a gente não saiba exatamente o quê.

do G1

Comentário pessoal: acredito que o que foi ou não respondido deixou de ser relevante na medida que vários elementos da história também perderam sua importância. Como dito acima, a história é uma jornada. Para quem nunca assistiu, basta ver a primeira e a última temporada. Mas pessoalmente, não acredito que eles estavam mortos na ilha. Estavam sim mortos na realidade paralela, para mim o purgatório. Pois como o pai de Jack fala "os momentos mais importantes da vida dele foram os que ele passou com aquelas pessoas". E quanto ao 'o que é a ilha?', é apenas um lugar místico, como tantos outros que existem por aí.

Descubra se o seu homem passa ou fica nas “peneiras” do gay enrustido

24 de mai de 2010

24-05-10
Blog Mulher 7X7

Você sabia que, em 10 “peneiradas”, pode descobrir se aquele que está em sua cama gosta mais de homens que de mulheres? É só aplicar os testes criativos e bem-humorados sugeridos pelo livro “Cuidado! Seu príncipe pode ser uma Cinderela”, que será lançado hoje no Rio de Janeiro pela Editora Best-Seller (208 páginas, R$ 19,90), com show e performance no 00 Cozinha Contemporânea, na Gávea.


O guia propõe que as mulheres parem de ser tão ingênuas e deixem ligado o seu “gaydar”: radar de gay. Para evitar que “elas caiam de quatro” para o aparente príncipe encantado e sofram uma decepção posterior que deixa marcas dolorosas na autoestima.

“Muitos gays se casam, têm filhos e passam a levar uma vida dupla pra lá de deplorável. São pessoas confusas que, sem a coragem de se assumir, ainda assim são individualistas e sem caráter a ponto de carregar uma mulher como sua refém sentimental pela vida afora. Ou pior: apenas para manter as aparências.”

Essa afirmação é do competente jornalista Gilberto Scofield, do jornal O Globo, que foi correspondente na China e hoje está nos Estados Unidos. Está no prefácio do “guia prático para identificar um gay no armário”, o livro das jornalistas Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez.

Gilberto Scofield assume “44 anos de uma vida gay bem resolvida pessoal, comunitária e profissionalmente”. E diz que ficou feliz ao ser chamado para escrever o prefácio porque, “afinal, biba no armário não é um fenômeno que atravanca somente a vida de mulheres disponíveis. É biba que atravanca a vida de outras bibas também. Se está no armário, tem medo de quê?”

Mesmo num mundo com menos preconceito, muitos homens ainda não se assumem homossexuais. Podem ser homens públicos, políticos, profissionais liberais ou diplomatas, receosos das leis rígidas do prestígio social e do poder. Existem e nós conhecemos vários, não é? Podem ser também homens nada públicos, mas inseguros e mal resolvidos. Dá para entender a dificuldade de assumir. Mas é quase impossível aceitar que alguns resolvam mentir para si mesmos e para o mundo eternamente.

Já falamos desse livro no blog no ano passado, quando as jornalistas haviam tido a ideia. O guia se baseia em histórias verdadeiras de mulheres que achavam estar apaixonadas por um cara perfeito, sensível, elegante, vaidoso – embora um pouco morno na cama. E um dia o flagraram com outro ou simplesmente ouviram dele o que podiam suspeitar mas se recusavam a enxergar. “Querida, vou deixá-la. Porque estou apaixonado pelo fulano”.

A princípio, alguém poderia dizer. Nossa, esse livro é politicamente incorreto. Por lidar com estereótipos e preconceitos de gênero. Mas o publicitário Washington Olivetto o considera “necessário, divertido e bem escrito”. E Scofield acha que o livro presta um enorme serviço nao somente às mulheres mas aos gays enrustidos, que transmitem “a pior imagem possível, como se o fato de ser gay fosse, digamos, uma doença ou uma vergonha a ser escondida – e não a inevitabilidade genética e comportamental que é”.

Não pensem que o livro é uma teoria acadêmica. Longe disso. É muito engraçado e irônico. E você pode fazer o teste com seu homem, namorado, amante, marido, companheiro ou sei lá o quê. Tem homem que fica lendo e comemorando: “Passei em oito das 10 peneiradas!!!” (será que isso é um indício????????? )

Aí vão alguns desses filtros, pinçados nas 10 “peneiras” mais amplas do guia.

1) O armário dele é todo arrumadinho? Roupas separadinhas por cores e tecidos? Modelitos primavera verão outono inverno? Ui, que bom gosto ele tem! Quanto capricho! É gay. A casa é impecável? Hiper bem decorada, com combinações de estilos e cores? Desconfie, mesmo que ele venha com o papo de ser virginiano ou libriano. (pior ainda)

2) Óculos de grife, relógio idem e tênis Prada? Fissura por marca? Celulares, relógios, correntes, anéis? Têm Havaianas de todas as cores para combinar?

3) Repara nos mínimos detalhes de sua roupa e acessórios? Por acaso algum dia ele te disse: “Adorei seu scarpin” ou “Ai que saia linda”? Fuja enquanto é tempo. Hétero repara se você está gostosa e não sabe distinguir uma echarpe de uma pashmina.

4) Fala demais a ponto de se engasgar? Isso é coisa de conversa entre amigas. AmigAs. Ele adora fofocar? Sai fora.

5) Six packs. Você nao sabe o que é isso? Definição dos próprios gays, são aqueles gominhos maravilhosos da barriga definida, de tanquinho. Pois esses músculos todos costumam ser cultivados para outros homens. Você chegou numa festa e está cheia de homens com barrigas saradas? Os heteros são provavelmente os com barriguinha saltada, roupa que não chama a atenção.

6) Camisetinha justa, boné, e fortão? E se olha no espelho sempre que está malhando na academia? Ajeita a sobrancelha ao olhar seu reflexo? Usa camisa social atochada no corpo e com manga dobrada para fazer um garrote no bíceps avantajado?

7) Ele se lambuza de cremes e tem trezentos mil potinhos? Hetero quer apenas um produto que sirva para tudo e que caiba no bolso. Se o lado da pia do moço for mais abastecido que o seu, ligue o gaydar. Ele faz escova? Aí, né….

8) Ele e a mamãe. Gostar da mãe tudo bem. Mas quando é Deus no céu e mamãe na terra…

9) Quando bebe, ele solta a franga, rebola, fica cheio de intimidades com os amigos? Talvez nem ele saiba que é gay.

10) Algum dia ele te disse que foi passar as férias numa pousada com “uma pessoa”?

11) Ele pode até não gostar muito de futebol e não torcer por nenhum time (afinal, também o Maracanã e o Morumbi estão cheios de gays). Mas, se você fala da Seleção e ele imediatamente diz que só conhece o Kaká…Aí, é.

12) Os destinos de viagem preferidos dele são: Ibiza, Mikonos, Berlim, Madri e Nova York…

13) Ele conta que tem um cachorro. “Seu nome é Otto, com dois tês”. Não, nenhum hétero fala assim de seu cachorro. Se for da raça galgo ou afghan então, vá passear em outro calçadão, amiga.

14) Homem-monograma. As iniciais dele estão em tudo. Até no sabonetinho do toalete.

15) Quando você quer mais sexo do que ele e ele te chama de “tarada”, aconselha você a comprar um vibrador. Péssimo.

16) Só gosta de sexo oral nele. “Nela”, nunca.

17) “Não sou gay, sou bissexual”. Pura balela de gay que não quer sair do armário.

18) “Fui gay”. Não existe ex-gay, querida. Por mais sedutora que você seja, não entre nessa de que pode recuperá-lo.
 
Do site da Revista Época

Trilhas sonoras bombam artistas antigos e dão visibilidade a jovens

24-05-10
Quem acompanha novelas também fica atento às músicas que tocarão na hora do beijo da mocinha e do herói ou quando surge a vilã

Quando uma trama começa, não são apenas os novos personagens e a história que chamam a atenção. O telespectador também fica atento às músicas que tocarão na hora do beijo da mocinha e do herói ou quando surge a vilã. Muitos personagens ficam marcados pela canção que os acompanha durante a novela. E quando o casamento entre personagem e música dá certo, a receita é certeira: vira hit. As novelas têm o poder de dar força a artistas já consagrados e também de transformar novatos em sucesso. Por isso, a seleção é feita com cautela. "Nada é uma "decisão única'. Tudo é discutido com a equipe", diz Mariozinho Rocha, diretor musical da TV Globo.


Entre os nomes que lideram as trilhas estão Caetano Veloso, Gal Costa, Ana Carolina e Rita Lee.


Na próxima trama das sete, Ti-Ti-Ti, Rosanah emplacará sua 18ª música em um folhetim. "Será uma versão de "Greatest Love of All', da Whitney Houston", adianta a cantora, conhecida por Amor e Poder, incluída em Mandala (1987).

Para Luiza Possi, que já participou de oito trilhas, fazer parte de uma trama facilita bastante a divulgação do trabalho. "A novela tem um alcance incalculável", finaliza a cantora.

Quando não havia MTV nem YouTube, as trilhas sonoras das novelas eram aguardadas com bastante ansiedade. O motivo era simples: esses discos é que traziam para o Brasil as últimas novidades da música internacional -especialmente dos Estados Unidos. Dancin' Days, de 1978, levou o clima da disco para os lares brasileiros'', lembra Nilson Xavier, autor do Almanaque da Telenovela Brasileira'. "Além disso, as trilhas ajudaram a consagrar as mais diferentes vertentes da música brasileira, como a lambada, com Rainha da Sucata (1989), e o sertanejo, presente em O Rei do Gado(1996) e América (2005), diz Xavier. Para o pesquisador, não basta ter nomes consagrados na trilha. "Para o disco ser lembrado é preciso que a novela também seja sucesso'', encerra.

Curiosidades das trilhas sonoras

Caetano Veloso é o artista masculino com o maior número de músicas em novelas. Entre as mulheres, Gal Costa lidera o ranking. Cada um dos dois artistas baianos tiveram quase 50 canções utilizadas nos folhetins.

Outros intérpretes que participaram de mais de 10 trilhas sonoras são Djavan, Marina Lima, Elba Ramalho, Fafá de Belém e Rosana, entre outros. Na "nova geração'', nomes como Ana Carolina, Adriana Calcanhotto e Vanessa da Mata são recorrentes.

No remake de Ti-Ti-Ti', que irá estrear em junho, Rita Lee dará a voz ao tema de abertura da novela. Será a 8ª abertura com a voz da cantora. Ney Matogrosso, Gal Costa e Roupa Nova também são artistas que apareceram bastante com músicas na abertura das tramas.

A atriz Cláudia Raia aparece na capa de 8 discos de trilhas sonoras: A Favorita, Sassaricando e Rainha da Sucata, entre outros.

Entre os homens, o marido de Claudia, Edson Celulari, lidera a lista de aparições, com 5 capas. Ele está em Cambalacho e Deus nos Acuda, entre outros.

A trilha sonora musical de Estúpido Cupido vendeu 1 milhão de cópias e foi o primeiro sucesso do gênero. A trilha que mais vendeu foi o primeiro volume de O Rei do Gado, com mais de 2 milhões de discos.

Músicas e trilhas marcantes

CAMINHO DAS ÍNDIAS (2009)

aNa trama de Gloria Perez, a música de maior sucesso foi Você Não Vale Nada, de Calcinha Preta. Músicas indianas também embalaram a novela


A FAVORITA (2008)

aUma das canções de sucesso na novela foi Beijinho Doce, interpretada por Flora (Patrícia Pillar) e Donatela (Cláudia Raia), que formavam uma dupla sertaneja. A música ganhou uma série de versões que se tornaram populares no YouTube


BELÍSSIMA (2005)

aAi, Ai, Ai..., de Vanessa da Mata, foi o principal hit da trilha sonora da trama de Silvio de Abreu. A música ganhou diferentes versões e pôde ser ouvida nas pistas das baladas do país inteiro


SENHORA DO DESTINO (2004)

aEncontros e Despedidas, interpretada por Maria Rita, foi a música de abertura da trama e deixou a cantora, que havia lançado o seu primeiro álbum recentemente, conhecida no país inteiro.


MULHERES APAIXONADAS (2003)

aO grupo Tribalistas, formado por Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, teve a música Velha Infância na trilha da novela. A canção embalava o romance entre Edwiges (Carolina Dieckmann) e Cláudio (Erik Marmo)


O CLONE (2001)

aCom a novela, músicas árabes passaram a chamar a atenção do público brasileiro e tocaram em rádios e em festas. Deixa a Vida me Levar, de Zeca Pagodinho, foi outro sucesso da trilha


LAÇOS DE FAMÍLIA (2000)

aA novela tornou a cantora Lara Fabian conhecida no Brasil. Sua música, Love by Grace, tema da personagem Camila (Carolina Dieckmann), foi o grande sucesso da trilha sonora da novela


POR AMOR (1998)

aA música Palpite, de Vanessa Rangel, ganhou as rádios do país. A música foi tema do amor entre Milena (Carolina Ferraz) e Nando (Eduardo Moscovis)


O REI DO GADO (1996)

aA dupla sertaneja ficcional Pirilampo e Saracura (Almir Sater e Sérgio Reis) colocou oito músicas da trilha da novela, influenciada basicamente pelo sertanejo mais tradicional


EXPLODE CORAÇÃO (1995)

aMacarena, do grupo Los Del Rio, com coreografia e refrão fáceis, tornou-se um sucesso no verão brasileiro de 1996


PEDRA SOBRE PEDRA (1992)

aCabecinha no Ombro, interpretada por Fagner e Roberta Miranda, foi tema do personagem Fábio Tadeu (Fábio Jr.), que aparecia para as mulheres depois que elas comiam a flor que nascia sobre o túmulo dele


RAINHA DA SUCATA (1990)

O tema da abertura da trama foi a lambada Me Chama que Eu Vou', de Sidney Magal. Inclusive, o ritmo embalou muitas das tramas da novela escrita por Silvio de Abreu


TOP MODEL (1989)

aA trilha da novela contém uma série de sucessos das rádios, como Oceano, de Djavan e À Francesa, de Marina Lima.


"TIETA'' (1989)

O cantor baiano Luiz Caldas, responsável por ter criado o axé music em 1985, interpreta o tema de abertura da novela


"VALE TUDO'' (1988)

"Brasil'', interpretada por Gal Costa, é a música de abertura da novela de Gilberto Braga


"MANDALA'' (1987)

"O Amor e o Poder'', cantada por Rosana, tornou-se um enorme sucesso. A música era tema da personagem Jocasta, vivida por Vera Fischer


"BREGA & CHIQUE'' (1987)

A abertura da novela de Cassiano Gabus Mendes causou polêmica ao mostrar um modelo nu. A música que embala a abertura é "Pelado'', dos roqueiros do Ultraje à Rigor


"ROQUE SANTEIRO'' (1985)

"De Volta pro Aconchego'', interpretada por Elba Ramalho, foi o tema do personagem Roque (José Wilker)


"DANCIN' DAYS'' (1978)

A trilha da novela levou o ritmo disco, sucesso nas pistas dos clubes noturnos, para a televisão


"GABRIELA'' (1975)

O produtor Guto Graça Mello convocou importantes artistas da MPB, como Maria Bethânia, Fafá de Belém e Gal Costa para gravar a trilha sonora da novela de Walter George Durst


"VÉU DE NOIVA'' (1969)

A novela de Janete Clair foi a primeira a ter um disco de trilha sonora lançado. Um dos sucessos foi "Irene'', de autoria de Caetano Veloso e interpretada por Elis Regina.
 
do Bem Paraná

Shopping traz a Curitiba exposição SOS Terra

24-05-10
Trabalho apresenta soluções em sustentabilidade através da arte, moda, design e da construção civil

A badalada mostra SOS Terra, criação do artista plástico potiguar Thiago Cóstackz chega a Curitiba dia 25 de maio, no Shopping Mueller. Depois de São Paulo, a capital paranaense será a segunda cidade a receber o projeto que luta pela preservação do meio ambiente e pela conscientização popular. O trabalho apresenta soluções em sustentabilidade através da arte, moda, design e da construção civil.
A exposição exibirá várias obras de autoria do artista com forte apelo ambiental. O material utilizado nas peças não agride a natureza. A tinta corporal usada por Cóstacz na composição das imagens é à base de água, que não polui os mananciais. Os painéis foram confeccionados com madeira ecológica.


Uma grande escultura S.O.S, medindo 5m x 3m, esculturas de animais cobertos com folhas e estampas de espécies severamente ameaçadas fazem parte da exposição. Destaque para a onça-pintada - felino mais ameaçado das Américas - e os sapos coloridos da Amazônia - grandes vítimas do aquecimento global hoje.

Como forma de clamor pela preservação do meio ambiente em prol destes animais, Cóstackz produziu fotos de divulgação da mostra com interferências e pinturas em seu próprio corpo (body art), reproduzindo as estampas destes animais. O trabalho fica em exposição no Piso Cinemas até dia 8 de junho. A iniciativa de Thiago Cóstacz conta com apoio de diversas celebridades, sendo a top Fernanda Tavares a grande parceira no lançamento realizado em São Paulo no mês passado.

Esta será a segunda vez que o artista expõe em prol do meio ambiente em Curitiba. Em setembro de 2009, ele trouxe à capital paranaense a mostra itinerante Mitos & Ícones, que fazia uma releitura das mais conhecidas obras da história da arte mundial usando como personagens algumas das celebridades mais populares do país. A exposição foi o primeiro passo de um projeto que tem como objetivo a fundação do primeiro Museu de Arte Contemporânea e Sustentável do Brasil, na cidade de Natal, berço do artista.

Este evento SOS Terra, tem a mesma finalidade, mas chama a atenção imediata da população na preservação de espécies ameaçadas de extinção e a necessidade de agir de forma integrada no combate ao aquecimento global.
 
do Bem Paraná

A nota mais alta da TV

23 de mai de 2010

23-05-10
A série Glee tomou o mais boboca dos gêneros – o musical escolar – e o converteu em um programa ao mesmo tempo ácido e comovente. É um fenômeno de audiência. E ainda emplaca discos nas paradas

Com seus modos delicados e voz efeminada, o americano Chris Colfer era ridicularizado pelos colegas de escola. Sua maior humilhação se deu em um concurso de canto, no qual foi proibido de interpretar um número de um musical da Broadway, porque a direção achou aquilo coisa de mulherzinha. Em 2008, aos 18 anos, o rapaz amargou outro fracasso: foi reprovado em uma audição para uma série de TV. Logo em seguida, contudo, os produtores lhe acenaram com novo teste, para o papel de um jovem gay que busca superar a baixa autoestima devotando-se ao coral da escola. A série era Glee. Seu autor principal, Ryan Murphy, criou o personagem Kurt Hummel inspirado em Colfer – que deu a volta em seu histórico de pária. "Chegou a hora de aqueles que me humilhavam pagarem", disse ele à revista Rolling Stone. Esse espírito de retribuição é um dos nortes da série. Glee fala de um grupo de alunos que, na escala darwinista da escola secundária americana, são tachados de losers (perdedores). Além de Kurt, a turma inclui um paraplégico, uma negra gordinha e uma judia filha de pais gays. Sob a batuta de um professor de espanhol – portanto, ele próprio no último degrau da cadeia alimentar docente –, eles buscam a redenção no clube Glee do título, atividade extracurricular que inclui apresentações de canto e dança. A própria série era um azarão: o musical era tido como gênero apropriado unicamente a reality shows e ao universo pré-pubescente de programas como High School Musical. Fora desses nichos, pontificava-se, seria receita certeira para o fiasco. Lançada nos Estados Unidos no ano passado, Glee revelou-se, ao contrário, um sucesso de audiência instantâneo. Também se tornou uma série cultuada no Brasil, onde terá sua primeira leva de treze episódios lançada em DVD nesta semana, enquanto se aguarda a estreia da segunda parte da temporada inaugural no canal pago Fox, em julho.


Mais importante, Glee ascendeu à categoria de fenômeno cultural. Os CDs com seus números musicais entraram na parada americana. E as versões de hits do passado entoadas por seus personagens colocaram velharias no ranking das faixas mais baixadas do iTunes. Glee se beneficia do interesse do público por programas que exploram os percalços da construção de estrelas musicais, como American Idol e Britain’s Got Talent. Não à toa, a maior revelação desse último, a cantora Susan Boyle – tão improvável quanto os desajustados do clube Glee –, poderá fazer uma participação na série em breve. Glee vale-se de músicas conhecidas, verdadeiros clichês do pop, de forma tão inesperada quanto precisa. No episódio piloto, ressuscitou Don’t Stop Believing, sucesso de 1981 do grupo Journey, para exprimir de maneira verdadeiramente tocante a vontade de vencer dos alunos enjeitados. Em outro episódio, Dancing with Myself, de Billy Idol, embalou o momento em que Artie, o aluno da cadeira de rodas, expressa sua solidão. É como se, ao serem encaixadas na trama, essas canções banalíssimas encontrassem enfim um sentido. Ao perceber a força dessa vitrine, Madonna liberou suas músicas para um programa exibido há algumas semanas. Lady Gaga seguiu seu exemplo. Na próxima terça-feira, vai ao ar nos Estados Unidos o episódio em que o gay Kurt – que já foi pego no flagra pelo pai dançando Single Ladies, de Beyoncé, com um colante preto – soltará suas feras imitando o figurino extravagante da cantora.

O clímax do episódio de Madonna é uma recriação do clipe de Vogue estrelada por uma dublê insólita da cantora: Sue Sylvester, a treinadora masculinizada do time de animadoras de torcida. Interpretada pela atriz Jane Lynch com canastrice ora odiosa, ora patética, a personagem teria participação curta. Mas, graças à habilidade da atriz, impôs-se como vilã – e também como a principal porta-voz da incorreção política de Glee. Transbordante de preconceitos contra as minorias, a megera caricata rouba a cena, mas não é o único canal da subversão. Glee celebra a tolerância, mas o faz sem hipocrisia. Os membros do clube podem ser ferozmente competitivos e até mesquinhos. A cantorinha Rachel (Lea Michele) passa por cima dos colegas diante de qualquer chance de se impor como estrela. Sua rival, a cheerleader Quinn (Dianna Agron), posa de cristã pró-virgindade – mas fica grávida de um bad boy e mente ao dizer que o pai da criança é o cantor-galã do colégio. O produtor Ryan Murphy já havia exercitado a provocação na série sobre cirurgia plástica Nip/Tuck. Homossexual militante, ele se esbalda nas referências coloridas (o termo Glee alude a uma forma antiga de coral, mas também à cantoria alegre – não sem conotação gay). Recentemente, acusou a revista Newsweek de homofobia, por publicar um artigo em que se defendia a ideia de que atores gays não deveriam fazer papéis de machões. Retrucou Murphy: "Glee é a prova de que a diversidade é possível. Temos atores homossexuais fazendo personagens héteros, e vice-versa". Bem de acordo com o espírito instigante da série, ele não informa quem é quem.
 
Da Veja

Órfãos da ilha

23-05-10
Será difícil que o último capítulo da série Lost consiga resolver todos os enigmas acumulados ao longo de seis temporadas. Sem sua dose semanal de mistério, uma legião de fãs fica desamparada

Para além de seus resultados de audiência – ótimos nos primeiros anos, decepcionantes a partir da terceira temporada –, a série Lost é um fenômeno de repercussão. Os mistérios que cercam a ilha do seriado, onde se abrigaram os sobreviventes da queda de um avião que saiu da Austrália com destino aos Estados Unidos, alimentam inúmeros fóruns de fãs na internet, com as mais doidas especulações sobre a chave dos enigmas. Os lostmaníacos discutem cada episódio como quem faz a exegese de um texto sagrado – e até fotos de divulgação como a que aparece acima, em que os heróis estão dispostos em torno de uma mesa à maneira da Santa Ceia, foram microscopicamente examinadas à cata de significados secretos. O criador da série, J.J. Abrams, sempre jurou que sabia exatamente para onde estava conduzindo a história. Os fãs esperam que uma solução abrangente e satisfatória para os muitos mistérios que ele levantou seja dada no último episódio, que será exibido neste domingo nos Estados Unidos e na terça-feira no Brasil, pelo canal pago AXN. Mas, há duas semanas, em um evento pomposo organizado pela rede ABC, em Los Angeles, para celebrar o encerramento do programa, o ator Michael Emerson – que interpreta o manipulador Benjamin Linus – providenciou um choque de realidade. "Teremos pontas soltas em número suficiente para passar o resto da vida tentando entender tudo", disse aos jornalistas presentes.


Repleta de laboratórios subterrâneos, distorções do espaço-tempo, monstros de fumaça e ursos-polares, a ilha tropical de Lost de fato guarda esquisitices demais para explicar em um único episódio final, ainda que com duas horas e meia de duração (e a versão em DVD, que sai em agosto nos Estados Unidos, terá vinte minutos extras). Nesta sexta e última temporada, surgiu um universo paralelo, no qual o avião não caiu. O produtor executivo da série, Carlton Cuse, afirmou ao jornal The New York Times que essa realidade alternativa "vai provocar um debate saudável depois da série" (exatamente: depois da série). Esse volume avassalador de enigmas, somado ao excesso de personagens, tornou-se um problema a partir da terceira temporada – quando se firmou a impressão de que os autores estavam mais perdidos que os sobreviventes do acidente. Com 18 milhões de espectadores nos episódios de estreia nos Estados Unidos, a série teve uma queda brusca de 30% em sua audiência a partir do terceiro ano. Seu final, porém, está muito bem cotado no mercado publicitário americano: um comercial de trinta segundos custará de 850 000 a 950 000 dólares (em um episódio da temporada anterior, o mesmo tempo saía por 210 000 dólares).

Para os fãs brasileiros, a ansiedade de acompanhar a evolução dos enigmas foi mitigada por uma nova forma de ver televisão – pela internet. Sem paciência para esperar a exibição no país, muitos baixavam os episódios de sites piratas logo depois de eles terem ido ao ar nos Estados Unidos. Ainda que irregular na qualidade, a série sem dúvida foi fenomenal no modo como galvanizou a atenção do público em torno de suas esquisitices. Os recém-cancelados Heroes e FlashForward tentaram seguir Lost em sua mistura eclética de elementos – ficção científica, sobrenatural e drama, tudo bem sacudido por uma narrativa que dá saltos no tempo. Mas não chegaram lá. Fringe, também de J.J. Abrams, ainda resiste no ar, mas nem de longe ocasionou a mesma explosão de teorias pela internet – algumas mais criativas (ou doidas, dependendo da perspectiva) do que o próprio roteiro da série (veja três exemplos no quadro ao lado). A aposta da rede americana ABC para substituir Lost é a série No Ordinary Family, sobre uma família que, após um acidente de avião (outro) na Floresta Amazônica, descobre possuir superpoderes. A lacuna que Lost deixa, porém, vai além da televisão: uma legião de fãs ficará órfã dos mistérios da ilha. E, pelo que parece, de solução para eles.
 
A conspiração das teorias



Três explicações populares em discussões de fãs para os mistérios de Lost


Purgatório


Os passageiros morreram em 2004, no acidente do voo 815 da Oceanic Airlines. Todas as temporadas, portanto, se passariam no além


Ponta solta: seis sobreviventes saíram da ilha na quarta temporada e voltaram para o mundo real. Teriam ressuscitado?

Universo paralelo


O personagem conhecido como Homem de Preto (ou Monstro de Fumaça) consegue liberar o eletromagnetismo (!) da ilha, criando o universo paralelo mostrado na sexta temporada


Pontas soltas: todas. Se o que vale é o universo em que o avião não caiu, então nenhum dos mistérios da ilha precisa ser esclarecido?


Todo mundo louco


Tudo é alucinação dos personagens – estariam todos internados em um instituto, para tratamento de esquizofrenia


Pontas soltas: ilusões compartilhadas por mais de uma pessoa são difíceis de verificar. E, ao longo da série, nas várias cenas do passado dos personagens, todos pareciam bem lúcidos
 
Da Veja

Google anuncia sistema que vai levar internet à TV

21 de mai de 2010

21-05-10
MARINA LANG
Dentro das expectativas que pairavam no mercado há meses, o Google anunciou o sistema de TV na conferência de desenvolvedores I/O nesta quinta-feira (20), em San Francisco, nos EUA.

A ambição do Google mira em um público espectador composto por 4 bilhões de pessoas, o que faz deste mercado o maior do mundo, com publicidade equivalente a US$ 70 bilhões anuais.
 
Grosso modo, o sistema leva comandos da internet à programação televisiva --por exemplo, se o usuário faz uma busca pelo seriado "House", vai encontrar resultados tanto da televisão (canais FOX e USA nos Estados Unidos) quanto da internet (Fox, Hulu e Amazon, também tendo como parâmetro os EUA). Usuários também poderão gravar o conteúdo, por meio do sistema digital DVR.


Segundo o blog de tecnologia Engadget, o Google disse que o "vídeo deve ser consumido na maior, melhor e mais brilhante tela na sua casa, que é a TV".
 
O sistema da plataforma de web para TV roda em sistema operacional Android 2.1, tem navegador Chrome e tecnologia Flash 10.1. O Google anunciou que vai liberar ferramentas para desenvolvedores "criarem suas próprias experiências". Na I/O, participam 3.000 programadores que trabalham com o sistema do Google.


Também foram confirmadas as parcerias com Sony (responsável pelo aparelho televisivo), Intel (processador Atom) e Logitech (o chamado box do sistema de TV-internet), conforme rumores que circulavam há meses.

"Para usuários, não importa de onde o conteúdo venha. Eles querem apenas que seja rápido e conveniente", disse o gerente de produto do Google, Rishi Chandra.

A tela inicial apresentada pelo Google dispõe todo o conteúdo favorito do usuário, assim como aplicativos --com parcerias da Amazon e da NetFlix, segundo o executivo do Google.

Na conferência, houve demonstração de personalização de conteúdos na televisão, a partir do exemplo de que o filho de Chandra gosta da série infantil Sesame Street (Vila Sésamo, na versão norte-americana). Com o Google TV, ele pode centrar o que vai assistir nos personagens favoritos, por intermédio do site oficial do seriado.
 
Outra função simultânea apresentada pelo Google é voltada ao esporte: no exemplo, um jogo de basquete figura em uma tela secundária, enquanto o usuário navega pela tabela de resultados do Yahoo! no browser, em primeiro plano. "É apenas uma ferramenta simples", comentou Chandra.


No hardware, vêm embutidos conexão Wi-Fi, entrada para cabo existente (TV ou satélite) que é conectado à caixa de TV do Google via HDMI, unidade de processamento gráfico (para gráficos avançados de visualização na internet) e microprocessador para sinal digital (voltado para áudio).

O Google teve alguns problemas técnicos na demonstração do sistema no evento, e atribuiu isso ao sistema Bluetooth dos celulares ligados. Mesmo pedindo constantemente o desligamento dos aparelhos, o problema persistia.

"Vocês viram o potencial da computação em nuvem. Vocês viram a possibilidade de ir do servidor para o cliente --nesse caso, a televisão-- e vocês ainda podem programá-la, usando as poderosas ferramentas [de programação] que usamos todos os dias", disse Eric Schmidt, executivo-chefe do Google, que subiu ao palco no final da apresentação.
 
Da Folha

Curitiba recebe Ópera Atômica - As sete Caras da Verdade

21-05-10
O espetáculo é uma espécie de uma ópera cômica em quadrinhos que satiriza o exagerado e o caricatural do mundo das óperas.

De hoje a domingo, a Caixa Cultural Curitiba apresenta “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade”. O espetáculo é uma espécie de uma ópera cômica em quadrinhos que satiriza o exagerado e o caricatural do mundo das óperas.


O autor desta obra inusitada é Nico Nicolaiewsky, um dos autores do clássico “Tangos e Tragédias”. Nesta ópera se revela mais uma vez, tanto na música quanto no texto, o humor característico de Nico, que constrói a história de um matador que descobre um engano ao assassinar sua vítima, que lhe sussurra um segredo antes de morrer.

Segundo Maurício Vogue, que acumula as funções de diretor cênico e ator, o cenário e figurinos são concebidos em preto e branco. “A peça tem a cara daqueles quadrinhos antigos. A estética combina o exagero com um toque 3D, os objetos do cenário parece sair para fora da cena”, conta Maurício. “Quando descobri a obra do Nico me identifiquei, pois sempre fui cantor, fiz musicais e fazia tempo que queria montar um. A obra dá muitas possibilidades cênicas e de imagem, pois a abertura para poder brincar no palco é muito grande”, completa. O espetáculo foi materializado em conformidade com a ideia de “caricaturar” o mundo da ópera. “O difícil foi montar a peça, pois a gente coreografou tudo nos mínimos detalhes. A brincadeira de fazer uma analogia as óperas, ao drama que a ópera carrega, é um prato cheio”, conclui Maurício. A montagem conta com um elenco de quatro músicos, quatro cantores e oito coristas. A escolha dos cantores foi feita tendo em mente não apenas a qualidade musical dos profissionais, mas também sua capacidade de interpretação, com o objetivo de somar à proposta musical-cênica diferenciada deste trabalho.

Serviço

Teatro: “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: (Rua Conselheiro Laurindo, 280), Centro – Curitiba/PR

Data: de 21 a 23 de maio

Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h .Ingressos: R$ 10 e R$ 5. Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h).
 
do Bem Paraná

Começa a Vida sintética

21-05-10
Cientistas criam primeira célula artificial. Criação pode ajudar na produção de vacinas, e combustíveis

Califórnia - Não é ainda vida artificial criada do zero, mas é quase. Após 15 anos de esforços e gastos de US$ 40 milhões, cientistas nos Es tados Unidos construíram a primeira célula vi va sintética.


Trata-se de uma bactéria cujo DNA foi inteiramente sintetizado a partir de informações contidas num computador e depois inserido num micróbio “oco”, sem DNA. Este foi “reinicializado” e passou a se replicar, dando origem a colônias de células sintéticas.
 
“É a primeira espécie que se replica que tivemos neste planeta cujo pai foi um computador”, diz o líder da pesquisa, o americano Craig Venter.


O polêmico cientista e em preendedor, famoso por ter li derado o esforço privado de se quenciamento do genoma hu mano (o dele próprio) na dé cada passada, não economizou palavras sobre o feito: “Es ta mos en trando em uma era li mitada apenas pela nossa ima ginação”.

“É um passo importante tanto cientificamente como filosoficamente. Certamente mudou minhas visões das definições da vida e de como a vida funciona”, declarou o pesquisador norte-americano, cujo trabalho foi publicado on-line on tem pela revista Science.

“O feito de Venter parece li quidar o argumento de que a vida requer uma força ou um poder especial para existir. Na minha visão, isso o torna um dos feitos científicos mais im portantes da história da humanidade’’, disse o bioeticista Ar thur Caplan, da Universidade da Pensilvânia. Ele comentou o estudo para a revista Nature.

Outros cientistas veem o feito com mais cautela. Para o No bel de Medicina David Balti mo re, Venter “superestimou a im portância” do trabalho. Para Bal timore, trata-se de uma façanha técnica, mas não de uma revolução conceitual.

Utilidades

A criação de micróbios com ge nomas sintéticos poderá servir no futuro para facilitar a produção de vacinas, para a produção de combustíveis ou para sequestrar gás carbônico do ar.

Venter e seus colegas partiram da sequência do genoma (o conjunto dos genes de uma criatura) conhecido de uma bactéria e montaram uma versão sintética, “como quem tem uma caixa de Legos e tem de montá-los na ordem correta”.

Duas bactérias parecidas fo ram usadas. A equipe sintetizou o genoma da espécie My co plasma mycoides, com al guns acréscimos e cortes para servir como forma de identificação (por exemplo, fazendo a bactéria ficar azulada), e transplantou os genes artificiais na sua “prima” Mycoplasma capricolum. Ou seja, apenas o genoma era sintético, não a célula toda.
 
Da Gazeta do Povo

Lost inaugurou narrativa na era digital

20 de mai de 2010

20-05-10
Série criou uma mitologia própria e obrigou o espectador a especular para além da trama

Em menos de uma semana, tudo terá terminado. A história que fez que a série “Lost” se tornasse uma das marcas mais fortes da cultura do século 21 chega ao fim no próximo domingo, quando irá ao ar o último episódio da série, chamado apenas de “The End”.



Mas o fim da série só reforça sua importância, que vai muito além da TV. Lost criou uma mitologia própria e obrigou o espectador a especular para além da trama original, buscando links em livros clássicos e na história da religião, da ciência e da filosofia para tentar desvendar seu enigma.

Some isso ao fato de que a série acompanhou a forma como a internet mexeu com a velha mídia e desdobrou-se online, usando a rede como plataforma para divulgar mais especulações. “Lost” não só contava uma história — chamava seu público para participar dela, como em um jogo.

Fora dos Estados Unidos, “Lost” foi ainda mais importante, pois pela primeira vez na história um produto ficcional teve audiência planetária em tempo real, mérito que antes era apenas de transmissões jornalísticas e eventos esportivos. O interesse pela série fez que telespectadores de todo o planeta não esperassem a exibição dos episódios em seus países e buscassem meios — online — para acompanhar a saga simultaneamente ao público de seu país de origem.

“Lost” também inaugura um novo tipo de narrativa, que explora as possibilidades da era digital como nenhum filme, livro ou disco conseguiu fazer até hoje. É o produto que melhor representa como será a cultura do futuro, em que o público pode escolher entre simplesmente acompanhar uma única história ou se entregar a um universo de ramificações infinitas.

A série faz que seus espectadores sejam ativos e busquem aumentar a história a partir de sua própria participação — mesmo que isso signifique apenas especular sobre o que pode acontecer. Parece pouco, mas não é. “O mistério representa possibilidades infinitas”, disse seu criador J.J. Abrams em uma palestra no evento TED (sobre tecnologia, entretenimento e design) em 2007. “Representa esperança, representa potencial... O mistério é um catalizador da imaginação”.
 
 
Saga atinge públicos diversos
 
Não existe alguém que goste só um pouco de "Lost". Ou você não tem ideia do que acontece na ilha maluca ou você é tão amalucado (pela série) quanto a ilha. Isso é só um dos aspectos que tornam a série tão importante.


Misturar o fator humano à narrativa de ficção científica é o grande trunfo da série. É isso que arrebata tantos fãs de tantas personalidades e gostos diferentes. "Lost" tem de viagens no tempo e de bolsões de eletromagnetismo, mas também fala de perdão, confiança, superação, ciência, filosofia e religião. Os produtores já disseram uma vez que "'Lost' é sobre o amor".

"A série é relevante por uma variedade de razões, mas a que eu acho a mais importante é que eles encontraram a maneira perfeita de combinar o mistério e a mitologia da ilha com o elemento humano. Claro que há monstros de fumaça, ursos polares, mortos que voltam da tumba e viagens no tempo, mas por trás de tudo sempre estiverem os conflitos humanos mais fundamentais: fé versus ciência, livre arbítrio versus destino, bem versus mal e talvez o maior de todos eles: redenção", opina Crit Obara, que edita o "Fuck YeahLost.com", um dos mais famosos blogs que publicam material de "Lost" produzido por fãs. Eis outra particularidade: a série criou uma mitologia própria que foi ganhando força à medida em que os fãs percebiam que era possível participar dela, seja fazendo fotomontagens, pôsteres, músicas, mashups de vídeos ou recontextualizando ícones desse universo em outras situações. E essas colaborações vêm de todos os países do mundo.

E aí temos outro fator importante: o fim das barreiras geográficas fez que Lost se tornasse um sucesso internacional com impacto simultâneo. "O programa é um exemplo significativo do que podemos chamar de uma série ‘global’", explica David Thorburn, diretor do Communications Forum do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA. "Isso se reflete não só no elenco multiétnico como também em suas locações. 'Lost' foi feito para ser este tipo de programa - como muitos reality shows -, que não depende das regras de nenhuma cultura nacional. Apesar de ter o ritmo rápido e a elegância audiovisual de um produto norte-americano, seus personagens e sua ampla saga de aventuras pertencem à aldeia global."

"Saber que 'Lost' vai acabar é como ter um amigo que vai embora para a Lua. Eu estou, é claro, ansioso para saber como termina, mas não estou pronto para dizer ‘adeus’", diz Obara. Para esses mesmos fãs, é triste se despedir da série. Mas é também a redenção - tanto de Jack, Locke, Sawyer, Kate e companhia, quanto dos fãs, que por tantos anos acompanharam tão religiosamente a série. Todo mundo merece descansar. Em paz.
 
Agência Estado

Linha do tempo acerta os ponteiros de 'Lost' após seis temporadas

19 de mai de 2010

19-05-10
Gustavo Miller Do G1, em São Paulo
Depois de seis anos, muitas perguntas e quase nenhuma explicação, a série “Lost” chega a seu fim neste domingo (23), na TV americana. Apenas dois dias depois, na terça-feira (25), a AXN exibe o episódio derradeiro no Brasil.
Fenômeno pop da década, “Lost” é marcado pelo seu pioneirismo em criar um universo multimídia fora da televisão e por trazer à ficção gêneros narrativos nunca vistos até então.
A partir desta quarta-feira (19), o G1 começa um especial sobre o fim do seriado. A primeira parte traz um infográfico que reuniu os flashbacks e flashforwards presentes nos mundos reais e paralelos da trama e os colocou de uma maneira cronológica, a fim de ajudar quem, como o nome do programa sugere, está um pouco perdido.

Mas, atenção, se você não assistiu à 6ª temporada da série, não clique na arte abaixo. Ela traz "spoilers", detalhes importantes exibidos neste ano e que adiantam algumas passagens importantes da confusa engrenagem de “Lost”.


Do G1

Curitiba dá boas vindas à segunda edição do Empório Soho

19-05-10
A feira de gastronomia na Praça Espanha traz os chefs mais renomados da cidade com a descontração da refeição ao ar livre


Com patrocínio da Spaipa, por meio da Aquarius Fresh, o evento promete movimentar a cidade


Nos dias 21 e 22 de maio, o já tradicional circuito de compras, gastronomia e lazer, Batel Soho, abre as portas para a segunda edição do Empório Soho Gastronomia na Palma da Mão. O evento, que acontece na Praça Espanha, em Curitiba, conta com a participação de 18 estabelecimentos do Batel Soho, entre cafés e restaurantes, com os mais variados pratos feitos por renomados chefs da gastronomia curitibana. Na edição anterior, o Empório Soho contou com a visitação em torno de seis mil pessoas na praça, entre moradores e turistas que prestigiaram o evento.


O conceito do Empório Soho, de acordo com Jo Maciel, diretora de marketing do Batel Soho, vem atender à demanda de uma sociedade como a atual, que não abre mão do lazer e da qualidade no que consome. Um dos diferenciais é que o Empório Soho aproxima as pessoas para uma degustação elaborada em uma feira de apenas dois dias. O maior sucesso disso tudo é o envolvimento coletivo, a participação voluntária dos associados e patrocinadores que apóiam e se identificam. “Mais do que uma associação, nós produzimos um movimento entre as pessoas que estão dispostas a aderir a um jeito de viver mais prazeroso”, reforça Jo.
 
Fotos: Guilherme Pupo

Fernanda Takai volta a Curitiba com show de seu CD solo "Onde Brilhem os Olhos Seus"

19-05-10
Vocalista do Pato Fu canta músicas de seu Cd solo


Fernanda Takai, da banda mineira Pato Fu, estará em Curitiba no dia 23 de maio para um show promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) Paraná. O evento acontece no Teatro Sesi/Cietep, com início às 19 horas. Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada).

Fernanda canta, toca guitarra, violão e compõe algumas músicas para banda Pato Fu e em 2007 lançou seu primeiro CD sólo, “Onde Brilhem os Olhos Seus”, uma homenagem à Nara Leão, com produção de Nelson Motta. Seu novo CD/DVD “Fernanda Takai - Luz Negra (ao vivo)” foi eleito o melhor disco de 2007 pela Associação Paulista de Críticos de Arte e esta entre os álbuns mais vendidos no Brasil, reunindo músicas que fizeram parte do repertório de Nara Leão, canções de Chico Buarque, Zé Kéti, Roberto e Erasmo Carlos, Caetano Veloso, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ernesto Nazareth e Nelson Cavaquinho, com beats, loops, grooves, timbres, solos e arranjos do terceiro milênio.

No show, Fernanda Takai interpretará repertórios dos dois álbuns num cenário assinado pelo premiado arquiteto mineiro Fernando Maculan e a designer Andréa Costa Gomes, responsável pelo projeto gráfico do disco. A direção musical é de John Ulhoa, que também foi produtor do álbum.

Fernanda Takai é acompanhada por John Ulhoa (guitarra, violão e vocais), Lulu Camargo (teclados), Mariá Portugal (bateria, percussão e vocais) e Thiago Braga (baixo e violão).

O show de Fernanda Takai integra o projeto Sesi Música, que busca promover a cultura musical entre trabalhadores das indústrias e comunidade em geral, formar platéia e fomentar da produção artística local e nacional. Iniciado no ano passado com o show da dupla Sá & Guarabyra, o Sesi Música trará uma série de shows, a serem realizados, mensalmente, no Teatro Sesi/Cietep.
 
Do Jornale

Aprendendo a ser sustentável na escola

19-05-10
MARIANA DOMAKOSKI
As escolas preocupam-se cada vez mais em transmitir conceitos de sustentabilidade para as crianças. Saiba como a promoção do tema é feita em sala e em atividades extracurriculares

Seu filho passou a controlar a duração dos banhos em casa? Pede para comprar mais cestos de lixo? Vive falando da importância de se conhecer as comunidades carentes da cidade?


Não estranhe! Se no passado as discussões sobre desenvolvimento sustentável eram feitas apenas em grandes eventos, hoje elas se propagam por todos os cantos. A sustentabilidade é discutida nos veículos de comunicação, nas conversas de ônibus e de elevador e na sala de aula. O conceito ganhou importância nos currículos escolares e os professores pensam em novas ma neiras de tratar o tema nas aulas de Mate mática, Português, História, Ciên cias e em atividades extracurriculares.
 
O que os alunos absorvem na escola, levam para os pais, que acabam aprendendo com eles, em uma inversão de papéis muito saudável para o futuro do planeta. “É fundamental ter a dimensão de que a educação ambiental passa de filho para pai. Isso porque as crianças têm mais facilidade para entender esses conceitos, que vão muito além de uma simples mudança comportamental. É preciso compreender o porquê das coisas”, diz Rachel Trajber, coordenadora geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (MEC). Essas crianças, ao crescerem em meio a uma nova realidade, irão, no futuro, transmitir esses bons costumes aos filhos.


Para entender de que forma a sustentabilidade é transmitida às crianças em sala de aula, a equipe do caderno Educação & Ensino conversou com estudiosos de diferentes áreas, como meio ambiente, urbanismo, geografia e pedagogia, e com escolas que desenvolvem atividades ligadas ao tema.

A importância da prática

De acordo com os especialistas, o ensino da sustentabilidade deve ser baseado em dois pilares: a informação e a prática. A criança deve colocar a mão na massa sabendo os motivos do que está realizando. “Ela precisa compreender os limites dos recursos naturais utilizados pelo homem. Também deve ter noções de como conciliar as necessidades de todos, de forma a construir um novo contrato social”, diz o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Celso Schenkel.

O professor pode apresentar as crianças à natureza, conscientizando sobre o seu papel no meio ambiente e as consequências de suas atitudes. Uma dica do professor do curso de Engenharia Ambiental da Universi dade Federal do Paraná (UFPR) Marcelo Risso Errera, é não exagerar na exposição dos aspectos negativos, focando apenas em catástrofes que acontecem quando não se cuida do ambiente. “Isso pode assustar a criança. É melhor desenvolver nelas o apreço e o amor pela natureza e que ela compreenda que há uma reação para todas as ações realizadas sobre o planeta”, diz Errera, que também coordena o laboratório de energia e meio ambiente da universidade. “Leve os alunos a parques, zoológicos e aquários, para que conheçam os bichos e criem empatia. Faça-os mexer na terra, semear. Isso irá torná-los adultos mais ponderados, ao conhecerem os limites dos recursos naturais.”

Além dos valores ambientais, os hu manos também são transmitidos na teoria e na prática. “Quan­do se trabalha as diferenças sociais, são inúmeras as possibilidades de mostrá-las. Por meio da Geografia, da Arte, da História”, diz a professora Ma ria Cris tina Borges da Silva, geógrafa e professora dos cursos de Pedagogia e Geo grafia da Universida de Tuiuti do Paraná (UTP). “O professor deve propor atividades de campo: levar os alunos a teatros e parques e contextualizar a história desses lugares, mostrando o que os torna ricos objetos de estudo”, completa.
 
A escola do seu filho faz?


Veja as atividades que podem ser desenvolvidas nas escolas, segundo os estudiosos. Eles alertam que é necessário explicar ao aluno a importância da ação realizada, despertando neles a consciência crítica sobre a sociedade em que desejam viver:

  • Levar a criança a parques, zoológicos, aquários e áreas naturais da escola, ou incentivar o plantio de árvores nativas e o cuidado com animais, para que desenvolvam apreço e amor pela natureza.
  • Promover trabalhos de artes com sucata e lixo reciclável, para que as crianças expressem o que pensam sobre o meio ambiente e debatam sobre a responsabilidade no consumo.
  • Fazer atividades que englobem economia de água e energia, para que compreendam a importância desses recursos.
  • Organizar atividades esportivas e solidárias, que promovam a interação social.
  • Propor intercâmbios culturais, tanto para áreas da cidade como para outros lugares, para que conheçam e compreendam as diferenças sociais e econômicas.
Da Gazeta do Povo
 

2009 ·Clockwork News by TNB