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blog Pausa Dramática

Projeto de lei que proíbe o uso de celulares em bancos segue para sanção do prefeito

19 de mai. de 2010

19-05-10
FERNANDA TRISOTTO
Objetivo da iniciativa é garantir mais segurança para funcionários e clientes das agências. Pela regra, os aparelhos precisam estar desligados ou no silencioso

O projeto de lei que proíbe o uso de aparelhos celulares e equipamentos semelhantes nas agências bancárias foi aprovado em segunda votação na Câmara de Curitiba, nesta terça-feira (18). Diante da polêmica em torno da lei, a prefeitura informou que vai enviar o projeto para a procuradoria do município analisar a legalidade da iniciativa, especialmente no que diz respeito à liberdade individual. O líder do governo na Câmara, vereador Mario Celso Cunha (PSB), já havia sinalizado a intenção do prefeito Luciano Ducci de sancionar a lei.


A proposta, de autoria do vereador Tito Zeglin (PDT), teve 27 votos favoráveis e apenas três contrários. Além do vereador Jair Cézar (PSDB), que já havia se posicionado contra o projeto na votação do primeiro turno, Celso Torquato (PSDB) e Aldemir Manfron (PP) também não aprovaram a iniciativa.
 
De acordo com o documento, quem contrariar a regra e usar o celular dentro da agência pode ter o aparelho apreendido. Os equipamentos seriam devolvidos apenas na saída. Os bancos podem solicitar apoio policial para os que não cumprirem a lei. Após a sanção e publicação, a lei tem prazo de 90 dias para entrar em vigor e as agências devem afixar placas indicando a proibição para alertar os clientes.


Funcionamento

Para Tito Zeglin (PDT), a nova legislação poderá aumentar a segurança dos clientes dos bancos. O objetivo do projeto é coibir os assaltos, evitando que pessoas que estão dentro das agências passem informações sobre as movimentações financeiras para criminosos que esperam os clientes do lado de fora.

O vereador explica que os usuários poderão entrar nos bancos com os celulares, no entanto, os aparelhos devem ficar desligados ou no modo de chamada silencioso. De acordo com o telejornal ParanáTV 2ª Edição, da RPCTV, a mesma situação se aplica aos funcionários do banco, que também não terão acesso aos aparelhos enquanto estiverem dentro das agências.

Um dos parlamentares que se manifestou contra a proposta na sessão da Câmara foi o vereador Jair César (PSDB). Para ele, o projeto afeta a liberdade das pessoas, porque trata todos os cidadãos como possíveis criminosos. Para ele, a proposta deveria ser discutida por mais tempo antes de ser aprovado, levando em conta a opinião pública, do setor bancário e das autoridades policiais, para saber se a proposta pode trazer algum resultado efetivo.

Outra iniciativa

A proposta é a segunda iniciativa do legislativo municipal para aumentar a segurança nas agências bancárias. Uma lei municipal de 2008 obriga as agências e postos bancários de Curitiba a instalarem um biombo, separando os clientes que esperam pelo atendimento dos que já estão nos guichês, mas poucos bancos se adequaram à norma.

As agências que não se adequarem à lei podem até perder o alvará de funcionamento.
 
Da Gazeta do Povo

Seu Madruga vira tema de livro

18 de mai. de 2010

18-05-10
Livro tem 14 capítulos, número de meses de aluguel que personagem devia

Mal-humorado e trapaceiro convicto, mas com uma legião de fãs, Seu Madruga, personagem da série de televisão mexicana "Chaves", ressurge no Brasil no livro "Seu Madruga - vila e obra", do jornalista Pablo Kaschner. O livro reúne curiosidades, frases antológicas e diálogos memoráveis de um dos moradores mais famosos da vila de Chaves, personagem criado pelo mexicano Roberto Gómez Bolaños.


"Seu Madruga é a antítese do que a sociedade de consumo espera de um homem adulto: desempregado crônico, eterno devedor, um malandro que declara o ócio como princípio e a procrastinação como fim", diz o jornalista, autor do livro publicado pela editora "Mirabolante".

Segundo Pablo, é curioso que um personagem como este, "modelo de como não se deve ser", seja idolatrado por fãs de todas as idades, e que mais de 30 anos depois do lançamento da série no México ela continue tendo audiência no Brasil.

"Talvez seja uma resposta do público ao império do politicamente correto que domina a sociedade e que se vê refletido nos programas de humor", afirma Kaschner, que considera que "hoje seria impossível ter um personagem que fuma em cena em uma série assistida por milhões de crianças".

A ideia de escrever sobre Seu Madruga, segundo o autor, nasceu depois da conclusão de seu primeiro livro, "Chaves de um sucesso". Nesse primeiro trabalho, Kaschner explicava como a série tinha se transformado em um fenômeno comunicacional no Brasil.

"Seu Madruga", segundo ele, "merecia um capítulo à parte", mas não só isso, e daí surgiu todo um novo livro. Em 14 capítulos, o mesmo número de meses de aluguel que Seu Madruga devia a Seu Barriga, o livro percorre a trajetória de Ramón Valdés, ator que dá vida ao pai de Chiquinha e que morreu há vários anos.

A publicação traz também fotos inéditas, entrevistas com o dublador do personagem na versão brasileira da série, Carlos Seidl, e com Edgar Vivar, ator que interpreta Seu Barriga, além de um desafio aos conhecimentos dos verdadeiros "madrugamaníacos".

"Seu Madruga não se importa em ser idolatrado, mas tem um carisma que fala por ele", define Kaschner.
 
Do Jornale

Falta uma semana para o fim de LOST, mas a solução do mistério não importa

17 de mai. de 2010

17-05-10
Por Alexandre Matias

Em menos de uma semana, tudo terá terminado. A história que fez que a série Lost se tornasse uma das marcas mais fortes da cultura do século 21 chega ao fim no próximo domingo, quando irá ao ar o último episódio da série, chamado apenas de “The End”.




Mas o fim da série só reforça sua importância, que vai muito além da TV. Lost criou uma mitologia própria e obrigou o espectador a especular para além da trama original, buscando links em livros clássicos e na história da religião, da ciência e da filosofia para tentar desvendar seu enigma.

Some isso ao fato de que a série acompanhou a forma como a internet mexeu com a velha mídia e desdobrou-se online, usando a rede como plataforma para divulgar mais especulações. Lost não só contava uma história – chamava seu público para participar dela, como em um jogo.
 
Fora dos Estados Unidos, Lost foi ainda mais importante, pois pela primeira vez na história um produto ficcional teve audiência planetária em tempo real, mérito que antes era apenas de transmissões jornalísticas e eventos esportivos. O interesse pela série fez que telespectadores de todo o planeta não esperassem a exibição dos episódios em seus países e buscassem meios – online – para acompanhar a saga simultaneamente ao público de seu país de origem.


Lost também inaugura um novo tipo de narrativa, que explora as possibilidades da era digital como nenhum filme, livro ou disco conseguiu fazer até hoje. É o produto que melhor representa como será a cultura do futuro, em que o público pode escolher entre simplesmente acompanhar uma única história ou se entregar a um universo de ramificações infinitas.

A série faz que seus espectadores sejam ativos e busquem aumentar a história a partir de sua própria participação – mesmo que isso signifique apenas especular sobre o que pode acontecer. Parece pouco, mas não é.

“O mistério representa possibilidades infinitas”, disse seu criador J.J. Abrams em uma palestra no evento TED (sobre tecnologia, entretenimento e design) em 2007. “Representa esperança, representa potencial… O mistério é um catalizador da imaginação”.

* As pinturas na edição são do ilustrador Jared Stumpenhorst, fã de ‘Lost’
 
Do Estadão

Curitiba enfrenta Caracas no Dia do Desafio de 2010

17-05-10
Challenge Day acontece na última quarta-feira de maio, convocando todos para a prática de atividades físicas

O Dia do Desafio, o Challenge Day, já tem data e competidores definidos. Será no próximo dia 26 de maio, a última quarta-feira do mês. Curitiba enfrenta Caracas, capital venezuelana. No ano passado, Curitiba enfrentou e venceu Houston (EUA), com a participação de 1.118.904 pessoas em atividades físicas, ou 62,25% da população. O dia do Desafio estimula a prática de exercícios físicos. Vence a cidade que, em 24 horas, mais envolver seus habitantes em alguma atividade. A cidade americana envolveu apenas 19% da população no Challenge Day de 2009.


Esta será a oitava participação de Curitiba no Dia do Desafio. Desde 2003, ano de estréia, a Capital só poerdeu uma vez. Em 2003 concorreu com Maracaibo, da Venezuela, e venceu com 22,81% de diferença. A única derrota foi no ano seguinte competindo com Quito, Equador, com uma diferença de 8,23%. Em 2005, Curitiba ganhou não de uma, mas de duas cidades. Houston e Monterrey, México, com 30% participantes a mais que ambas.

Palco montado na Boca Maldita para o Dia do Desafio de 2009: incentivando o movimento (foto: Jonas Oliveira)

Mais uma vez competindo contra uma cidade mexicana, do Distrito Federal, em 2006, venceu de lavada, com 55,64% contra 1,28% de participação dos mexicanos. Em 2007 a concorrente foi a colombiana Medelin, que perdeu por 40% de diferença. Em 2008 a concorrente foi Guadalajara, no México, que só registrou dez mil comunicações de participação. Curitiba alcançou mais de 1,1 milhão de comunicados.

O Dia do Desafio acontece sempre na última quarta-feira de maio, e coloca cidades de porte semelhante e de países diferentes em competição para ver quem leva mais habitantes para a prática física neste dia. São válidos no mínimo 15 minutos de atividade. A ideia é incentivar a prática saudável de exercícios.

O Challenge Day nasceu no Canadá, em 1983. Quando a temperatura em uma pequena cidade do Canadá chegava a 20 graus negativos, o prefeito sugeriu que, às 15 horas, todos apagassem as luzes, saíssem de casa e caminhassem por 15 minutos ao redor do quarteirão mais próximo. Era um convite ao exercício do corpo. No ano seguinte, a experiência foi compartilhada com a cidade vizinha e ambas realizaram a caminhada juntas, na mesma data e horário. Estava lançado o espírito que definiria o programa do Dia do Desafio.

Programação — A programação de Curitiba para o Dia do Desafio já está praticamente fechada, No Brasil, a coordenação do evento está à cargo do Sesc. Mas as prefeituras costumam encampar o dsafio. No caso de Curitiba, a Secretaria de Esporte e Lazer e o Sesc trabalham juntos para oferecer “motivos” para os curitibano se movimentar.

Na Boca Maldita será preparado, como nos anos anteriores, um palco onde acontecem aulões de ginástica. Também será instalado uma esteira para que a população

Todos os centros de esporte da Prefeitura também terão programação especial para o Dia do Desafio. Amanhã, acontece um ensaio envolvendo professores de Educação Física do Município e do Sesc. Eles preparam uma coreografia especial para ser apresentada no Dia do Desafio.

Grande Curitiba — Na Grande Curitiba, estarão no Dia do Desafio, além da Capital, Adrianópolis, que enfrenta Carmona de Nandayure, da Costa Rica, Dr. Ulisses, que disputa com Capivari do Sul (RS), Bocaiúva do Sul contra San Mateo (Guatemala), Agudos do Sul contra Los Chiles (Costa Rica), Tunas do Paraná e San José del golfo (Guatemala), Balsa Nova contra Guaraque (Venezuela), Quatro Barras contra San Francisco da Guatemala, Contenda contra Armeria (México), Cerro Azul e Ortiz (México), Quitandinha e Saramacca (Suriname), Rio Branco do Sul e Nueva Santa rosa (Guatemala), Mandirituba e La Antigua (Guatemala), Itaperuçu e Manati (Cuba), Campo Magro e Santiago (Guatemala), Campina Grande do Sul conta Guanajay (Cuba), Lapa contra Santa Catarina Mita (Guatemala), Almirante Tamandaré enfrenta Villagran (México), Piraquara contra Fray Bartolomé de Las Casas (Guatemala), Fazenda Rio Grande e Maneiro (Venezuela), Colombo contra Libertador (Venezuela), Araucária e Dolores Hidalgo (México), Pinhais e Colima (México), Campo Largo e Chiantla (Guatemala), São José dos Pinhais e Sucre (Venezuela).

No Paraná, as primeiras cidades a participarem foram Londrina e Maringá, em 1997. Neste ano são 347 municípios participantes no Estado.
 
Do Jornal do Estado

Ibope vai mensurar redes sociais

14 de mai. de 2010

De olho na forte tendência de crescimento das redes sociais como canais de contato entre empresas e consumidores, o Ibope Mídia e o Ibope Nielsen Online lançaram ontem (12/05), em São Paulo, duas ferramentas capazes de mensurar esses endereços e balizar os planejamentos de marketing on-line.

A BuzzMetrics, por exemplo, chega ao Brasil com cobertura de mais de 4,5 milhões de blogs, cerca de 70 mil fóruns, e algo como 50 milhões de comentários por mês. Com essa base, a proposta da ferramenta é analisar – por intermédio de uma palavra-chave – qual a repercussão das marcas, produtos, campanhas e eventos nos ambientes virtuais.


O levantamento inclui ainda, citações em vídeos e nos sites das empresas de mídia tradicional. “A BuzzMetrics se concentra em uma área que não pode ser commoditizada, ou seja, na análise de comportamento. Mais do que gerar relatórios, nosso objetivo é descobrir tendências e estudar quanto se fala, quem fala e quem escuta, como se fala, entre outras variáveis”, contou Lydia Worthington, vice-presidente de pesquisas da BuzzMetrics.

A outra ferramenta apresentada foi a VideoCensus, que analisa o desempenho de vídeos e anúncios inseridos neste formato com métricas, como tempo médio assistido, e quais os conteúdos mais acessados. A ideia é auxiliar na compreensão de quais tipos de conteúdo geram mais tráfego e ajudar na valorização dos espaços publicitários das empresas na rede.
 
Do Promoview

A SUA EMPRESA, O SEU PRODUTO OU SEU SERVIÇO POSSUEM UM NOME OU UMA MARCA?

14-05-10
Por Luciana Machado


Pensar em um nome diferente para um determinado produto, serviço ou empresa é tarefa desafiadora, assim como escolher o nome dos filhos que, quando adultos, corresponderá a uma bagagem de histórias. Torna-se muito mais que um simples nome, passa a ser uma identidade, uma personalidade única, poderá ou não transmitir confiança e simpatia.

Neste ponto, podemos pensar em Marketing. Alguns empresários simplesmente escolhem um nome para seu produto ou serviço, sem dar a devida importância para esta decisão, a qual acompanhará a empresa por longos anos. Um nome sem uma razão, sem um conceito, sem um plano para construir uma personalidade sólida, será apenas mais um nome em um mercado altamente competitivo.

É preciso investir nesta busca. Junto a isso, deve-se ter em mente as características e promessas que a marca oferecerá. Desta forma, ela terá seus valores reconhecidos, o que transmitirá a confiança necessária ao consumidor. A marca, bem gerenciada, pode ser comparada a uma pessoa amiga, que você pode aproximar - se e manter um relacionamento sem preocupações.

Uma marca forte, por exemplo, desperta a mente do consumidor para as características do produto. Assim ocorre com o automóvel Mercedes que, ao ser citado, remete à imagem de um carro bem construído, com um bom desempenho. Uma marca é muito mais que um nome. Ela é a soma de todas as impressões recebidas pelos clientes e pelos consumidores, é um composto de benefícios emocionais e funcionais percebidos.

Tudo isso precisa ser construído. É o chamado “Branding”, ou seja, o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. Assim como as pessoas, as marcas se relacionam com o público (mercado) o tempo todo. Desta forma, precisa-se perguntar, como ela é , como esta relação está sendo conduzida, se existe uma aceitação, uma troca real de benefícios. Para que o resultado seja positivo é importante não relaxar, mas estar bem atento ao que a marca representa, em como ela é percebida, em quais pontos é possível melhorar ou corrigir.

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Luciana Machado é sócia da Via Lucro, empresa curitibana de consultoria mercadológica de marketing para pequenas e grandes corporações. [luciana@vialucro.com.br]
 
Do Publihelp

Curitiba tem casa de chá com o preferido de Maria Antonieta

13-05-10
Curitiba tem o chá que Maria Antonieta, a rainha mais desprezada da França, bebia no Palácio de Versalhes. Espere: não era qualquer chá. Feito do botão de jasmim e em contato com água quente desabrocha uma delicada flor. Detalhe: a cor da flor é sempre uma surpresa. Trata-se do chá branco Yin Zen, de origem chinesa, que há mais de mil anos proporciona um espetáculo aos olhos e ao paladar. Para experimentá-lo, basta ir ao The Kettle, localizado no centro da capital paranaense. E você nem precisa ser da realeza...


Yin Zen é um chá "flowering tea" servido em bule translúcido na casa de chás The Kettle, no Centro de Curitiba

O Yin Zen é um flowering tea, o chá branco milenar mais precioso da China. Ele é feito com um botão de flor e envolto com folhas de chá verde. Após ser ressecado, recebe aroma de lavanda e é costurado no formato de um buquê com finos fios de algodão. Em contato com água quente, as folhas se desprendem e, como mágica, uma flor "nasce". Além do aspecto visual, a surpresa do chá ainda fica com as cores e formatos da flor, que são sempre diferentes. É simplesmente fantástico. E delicioso!
 
No The Kettle, o flowering tea é exclusivamente preparado na mesa do cliente em um bule transparenteo de 500 ml para todos assistirem ao desabrochar da flor, que pode durar até 15 minutos. A água do chá é servida quente - ferve-se a água e ela descansa de três a cinco minutos para não queimar as folhas do Yin Zen - e o cliente tem direito a um segundo refil. Importante: peça o segundo refil do chá branco, pois a bebida fica com um sabor mais característico e as notas de lavanda são mais perceptíveis ao olfato. O preço do bule (500 ml com direito a mais um refil) é R$ 29,50. Quem quiser pode ainda comprar o Yin Zen e fazer em casa. Cada buquê custa R$ 20.


Uma dica: para experimentar o “flowering tea” vá acompanhado de no mínimo mais uma pessoa. Afinal, você recebe um litro de chá. Além disso, a experiência de ver a flor desabrochar é única e merece ser compartilhada. O que seria apenas o ato de experimentar uma bebida se transforma em um ritual único e espetacular. Definitivamente, um chá para beber (também) com os olhos.

Five O’Clock Tea

Outra atração do The Kettle é o autêntico Five O’Clock Tea, o famoso Chá das Cinco da Inglaterra, que apesar do nome é servido a qualquer hora do dia. O chá completo é servido com um bule de 500 ml do English Five O’Clock Tea, o típico chá preto inglês com sabor forte e distinto, acompanhado de confeitos e salgados.

Deliciosos e fresquinhos, o cliente recebe, nesta ordem, quatro finger sandwiches (pão de forma branco ou integral, recheado com sabores e temperos à moda inglesa), um muffin salgado (azeitona com alecrim, gorgonzola ou mussarela), dois scones (pãozinho inglês de sabor natural ou maçã com passas servido com nata e geleia caseira) e uma fatia de torta. Se eu fosse você, pediria a torta Victorian Sandwich. O Five O’Clock Tea completo serve uma pessoa e sai por R$ 32.

Victorian Sandwich

Por falar nela, esta é a torta perfeita para acompanhar o chá preto English Five O’Clock Tea, entre diversos outros. Britânica por excelência, a torta doce Victorian Sandwich leva este nome por ser um “sanduíche” da massa de bolo inglês com recheio de geleia artesanal de morango, nata e morangos frescos. A fatia não é tão generosa, mas compensa no sabor. É de dar água na boca. A delícia inglesa sai por R$ 6,50.

Chás

No cardápio do The Kettle há 29 variedades de chás e infusões. Há desde os tradicionais chás preto, verde e oolong, feitos a partir da folha da Camellia Sinensis, até as infusões de ervas e frutas. Uma viagem para o paladar!

Os chás são importados da Alemanha. O cliente recebe a bebida pronta na mesa, que pode ser servida em canecas (200 ml) ou bules (500 ml), acompanhada por uma singela (e deliciosa) bolachinha de gengibre com melado. Todos os chás são feitos a partir de porções específicas e apenas a granel (esqueça aqueles saquinhos que vemos nos supermercados). Os preços variam entre R$ 5,40 (caneca) e R$ 29,50 (bule).

O local comercializa outras bebidas, doces, salgados e pratos quentes. Entre os doces, a especialidade da casa é o bolo de semente de papoula. A receita exclusiva não contém farinha e é feita a partir de sementes de papoula e amêndoas. A fatia custa R$ 7,50.

A Casa de chás

Inspirado nas casas de chá da Inglaterra, o The Kettle (bule em inglês), é há três anos um "refúgio" no meio do cotidiano frenético que vivemos no centro de Curitiba. O local é ideal para conversas de fim de tarde com amigos, família ou aquela pessoa especial. Assim que você pede uma xícara de chá parece que tudo a sua volta exige que você simplesmente relaxe. “Para mim, tomar chá é uma experiência espiritual”, definiu Barbara Fingerle Ramina, proprietária do The Kettle e apaixonada por chás.

Com decoração domiciliar, o local dispõe de sofás, poltronas macias (que afundam quando você senta) e até uma lareira, que fica acesa nos dias frios – como estes que estamos enfrentando ultimamente. Impossível não notar o lustre ladeado com oito lâmpadas, 32 xícaras, oito pires e um bule no centro do teto. Totalmente temático.

Outro detalhe também se dá a mesa: talheres prontamente expostos, além de xícaras e bules de porcelana fina pintados à mão pela artista plástica Denise Roulet. Ah, e não posso deixar de citar a “roupinha” do bule, customizada especialmente para a decoração da casa. Um charme!
 
Do Guia da Gazeta do Povo

Estreia nos cinemas o sueco "Os homens que não amavam as mulheres"

14-05-10
(Reuters) - Editorialmente falando, a Trilogia Milênio, do sueco Stieg Larsson (1954-2004) representa para os adultos o que as séries "Crepúsculo" e "Harry Potter" estão para o público infanto-juvenil, ou seja, um fenômeno de vendas - embora nem tanto quanto os livros para os jovens. Era inevitável que mais cedo ou mais tarde, os romances de suspense chegariam às telas - em dose dupla. Na Suécia, os três livros já foram adaptados para o cinema e renderam uma série de televisão.


O inevitável remake norte-americano já está a caminho e, possivelmente será dirigido por David Fincher ("O curioso caso de Benjamin Button", "Clube da Luta") - mas, apesar da afinidade que o diretor possa ter por personagens bizarros e situações idem e pelo lado obscuro do ser humano, é bem provável que a nova adaptação deixará de lado a perversão sexual da trama, o que é uma pena, pois ambos têm um papel central na história da primeira parte da trilogia, "Os Homens que Não Amavam as Mulheres", que chega aos cinemas brasileiros na sexta-feira.

Dirigido pelo dinamarquês Niels Arden Oplev, "Os Homens que Não Amavam as Mulheres" é suspense com uma carga dramática calculada, e reviravoltas plausíveis e instigantes. Mas o que há de melhor no filme - melhor até do que o filme em si - é a sua heroína, uma hacker tatuada e coberta de piercings que, dados os seus conhecimentos de informática, poderia ter feito um download do próprio longa antes mesmo que esse chegasse aos cinemas.

Ela é Lisbeth Salander (Noomi Rapace), órfã de passado nebuloso, mais ou menos explicado em flashbacks, que trabalha incógnita numa empresa de investigação. Quando perguntam o que ela faz, responde: 'tiro cópias e faço café'. Que acreditem os ingênuos. Noomi agarra esse personagem com tanta intensidade que fica difícil imaginar a sua carreira antes e/ou depois de "Os homens que não amavam as mulheres".

A princípio, ela parece ter sido contratada para investigar a vida do editor de uma respeitada revista econômica que acaba de ser condenado por uma reportagem que publicou. Ele é Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist), que pede demissão antes de cumprir sua pena de seis meses.

Antes de ir para a cadeia, no entanto, ele é contratado por um milionário para investigar o assassinato de sua sobrinha, há quatro décadas. O corpo nunca foi achado e o patriarca, Henrik Vanger (Sven-Bertil Taube), desconfia que o assassino seja um membro de sua família. Um clã, aliás, que não faria feio em qualquer folhetim televisivo, pois é um catálogo das perversões humanas, incluindo ganância, disputa de poder e alguns membros com passado nazista.

Antigamente, os investigadores contavam com recursos limitados para os seus trabalhos, como muitas entrevistas, e arquivos de jornal. Atualmente, uma ferramenta bastante útil entra em cena: a internet. E é aí que Lisbeth começa a ajudar Mikael. Inicialmente, sob seu pseudônimo profissional, mas depois acaba contratada formalmente pelo jornalista.

Investigação de assassinatos, listagem de possíveis suspeitos e reviravoltas não são nenhuma novidade no universo da ficção. Desde muito antes de Agatha Christie esse tipo de narrativa já existia. E o diretor não está nem um pouco interessado em reinventar o gênero, mas trabalhar com as ferramentas que possui. E isso ele faz muito bem.

"Os homens que odiavam as mulheres" poderia ser mais curto - 152 minutos é um pouco demais para o gênero, mas ainda assim o filme mantém o ritmo e a tensão e se destaca da leva de suspense dos últimos tempos, em que sustos e correrias parecem ser a regra.

Em certos momentos, o longa é um estudo de personagem, é a luta de Lisbeth pela sua sobrevivência em um mundo hostil e dominado por homens. As suas tatuagens, piercings e o visual sempre escuro e carregado na maquiagem parecem ser uma proteção cobrindo uma garota frágil em busca de uma figura paterna que Mikael pode representar muito bem. Enfim, é um filme que vale a pena ser visto, antes que Hollywood o estrague.
 
D'O Globo

Vik Muniz cria abertura de 'Passione' e se diz 'filho da cultura de massa'

12 de mai. de 2010

12-05-10
O videoclipe de abertura da novela “Passione” terá assinatura de grife. O badalado artista plástico Vik Muniz é o autor das obras que serão exibidas diariamente no horário nobre a partir da próxima segunda-feira (17), data de estreia da trama do autor Silvio de Abreu.
Paulistano radicado em Nova York, Muniz ganhou fama internacional com suas telas e esculturas feitas de alimentos, páginas de revistas, monitores de computador e até diamantes.

Obra que Vik Muniz criou especialmente para a abertura da novela 'Passione'. Instalação foi filmada pela equipe de Hans Donner e será exibida diariamente a partir de segunda (17). (Foto: Divulgação/TV Globo)

Entre seus trabalhos mais conhecidos estão as réplicas da Mona Lisa feitas com geléia de morango e pasta de amendoim, do icônico retrato de Che Guevara desenhado com feijão, e a Medusa concebida em um prato de macarrão com molho de tomate.


“Sou filho da cultura de massa. As novelas fazem parte da minha memória afetiva do Brasil”, revela o artista, que vive há quase 30 anos fora do país. “Ter meu trabalho na abertura da novela é como exibi-lo em uma exposição para 80 milhões de pessoas”, comemora Muniz, que já foi tema de mostras no Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma) e teve obras adquiridas pelo Metropolitan e o Guggenheim.

A convite de Denise Saraceni, diretora de “Passione”, Muniz produziu três instalações feitas com lixo, a partir da foto de um casal se beijando. As obras foram filmadas pela equipe do designer Hans Donner, autor da edição do vídeo.

Vik Muniz utilizou 4,5 toneladas de lixo para produzir a obra que faz parte da abertura de 'Passione'. Obras serão leiloadas para fins beneficentes. (Foto: Divulgação/TV Globo.)

“A reciclagem é um dos assuntos que a novela vai abordar. E o reaproveitamento do lixo é um tema que vai ao encontro do meu trabalho”, explica o artista.
 
Em “Passione”, o ator Francisco Cuoco interpretará Olavo, um milionário dono de uma empresa de reciclagem, conhecido como “o rei do lixo”. “No lixo é possível encontrar latas e papéis velhos, restos de comida, mas também sei de casos de catadores que achar jóias que foram jogadas fora. Misturei tudo isso na abertura da novela”, completa Muniz.


O artista conta que as obras foram produzidas durante dois meses no ateliê que ainda mantém no Brasil, localizado no bairro carioca de Parada de Lucas. “Foi uma loucura! Caminhões entravam e saíam trazendo material reciclável, cerca de 4,5 toneladas de lixo”.

Muniz conta que as instalações "Passione" serão leioladas e a renda será revertida para os projeto "Criança esperança" e para a ONG "Spetaculu", que promove cursos de arte em comunidades carentes no Rio. "Todo trabalho que desenvolvo no Brasil é voltado para a caridade. Espero que o sucesso da novela ajude minhas obras a arrecadaram uma boa verba para essas instituições", torce o artista.
 
Do G1

Tangos & Tragédias de volta a Curitiba

12-05-10
A comédia musical "Tangos & Tragédias", que volta a Curitiba neste final de semana (14 a 16 de maio) para apresentações no Teatro Guaíra, reúne música, humor, teatro e interação com o público. Trata-se de um espetáculo inesquecível e hilariante, uma verdadeira festa. Os recursos cênicos são garantidos pela ficção construída em torno dos dois personagens: o Maestro Plestakaya (Nico Nicolaiewsky – acordeon/piano/voz) e o Violinista Kraunus (Hique Gomez – violino/percussão/voz).



Artistas vindos de um país imaginário chamado Sbórnia, eles executam ao longo de uma hora e meia de espetáculo músicas do folclore sborniano, canções brasileiras e sucessos do pop internacional. Tudo passando pelo filtro da comicidade e da teatralidade.

Com esse repertório os dois realizam, anualmente, shows em capitais brasileiras como Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Mais de um quarto de século na estrada

Há 26 anos o improvável aconteceu. A improvável harmonização entre uma sanfona e um violino, um improvável repertório baseado em Vicente Celestino e uma dupla que iniciava os seus passos. Assim começou o "Tangos & Tragédias", nos idos de 1984, nas noites de Porto Alegre, onde Nico Nicolaiewsky e Hique Gomez se conheceram e deram início, em um bar, ao que viria a ser o fenômeno que que há mais de um quarto de século lota teatros em todo o Brasil e começa a fazer carreira internacional.

Sobre como Maestro Plestakaya e o violinista Kraunus se conheceram na Sbórnia, há divergências. Um diz que foi na Recykla Gran Rechebuchyn, a Grande Lixeira Cultural da Sbórnia. O outro garante que foi na Faculdade de Ciências Fictícias da Sbórnia, num evento de divulgação do Teatro Hiperbólico.

Após deixarem a Sbórnia, que todos sabem ser uma ilha flutuante, nunca mais retornaram à sua pátria natal, pois não mais a encontraram. A canoa em que eles deixaram a Sbórnia adentrou o Rio Guaíba e finalmente eles puderam descer em terra firme, em Porto Alegre. Neste ponto a história converge com o que já foi dito, depois diverge novamente.

Daí, muito já se passou, de pequenos teatros vazios para grandes teatros lotados, de um pequeno bar de Porto Alegre até grandes teatros da Europa. Lá se vão 26 anos de história e intenso intercâmbio cultural entre o Brasil e a Sbórnia.

SERVIÇO

Espetáculo: Tangos & Tragédias
Local: Guairão
Dias: 14 e 15 às 21 horas, e 16 às 19 horas.
Ingressos: Sexta - R$ 60,00, R$ 50,00 e R$ 40,00; sábado e domingo R$ 80,00, R$ 60,00 e R$ 40,00.
Informações: 3304-7982
 

2009 ·Clockwork News by TNB